Estudos do Evangelho

 

24/01/2018

Cap. XIV, Honra a Teu Pai e Tua Mãe

Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?

Quem é nossa mãe e quem são nossos irmãos? Se pensarmos que já vivemos muitas vidas, logo, que convivemos com muitas pessoas diferentes, é fato que nossa família espiritual e nossa família corporal podem diferir.

Cita o Evangelho cita que a mãe de Jesus não o seguia, e isso não significa que ela o contrariava, apenas que ela ficou e se dedicou aos demais filhos. Precisamos sempre olhar as passagens bíblicas com bons olhos, pois, más interpretações podem distorcer as lições.

Convivemos com as pessoas necessárias para nosso crescimento e evolução. E se todos somos filhos de Deus, em essência, somos todos irmãos.

E se somos irmãos a forma como vivemos atualmente não faz sentido. Nos enganamos, nos lesamos, nos roubamos.

Temos um sábio irmão, muito mais evoluído que nos: Jesus.

Vamos respeitar o próximo e entender que cada um de nós esta em um nível de evolução. Podemos ter sentimentos mais ou menos elevados, mas, nunca nos julgarmos melhor, ou pior, do que o outro, cada um evolui num tempo e num aspecto.

Os espíritos de luz já foram exatamente como nós!

Jesus tentou mostrar que nossos irmãos e mãe são todos aqueles que respeitam a Deus como Pai.

Jesus também nos ensinou: amar a Deus, amar ao próximo e amar a si próprio.

Se nos amassemos não sentiríamos raiva, frustrações, ódios, mágoas e rancores. Pois saberíamos que esses sentimentos nos tornam infelizes. Quando conseguirmos nos amar iremos viver sempre com alegria. Nem de médico ou remédios vamos precisar.

Vamos nos transformar para que a alegria esteja dentro de nós.

Aqueles de quem falamos mal, criticamos ou rebaixamos são os nossos irmãos.

Viemos ao planeta crescer, aprender, assumir responsabilidade, ser feliz e fazer as pessoas a nossa volta felizes.

 

Foi Deus quem determinou quem seria nossa família, exatamente as pessoas importantes para superarmos dificuldades e evoluirmos

A família é uma criação de Deus para essa vida, tudo foi previsto e programado para o crescimento de todos.

Deus é bom e justo.

Vamos vencer o ódio, a mágoa e a arrogância. Se algum parente parar de falar conosco não vamos maldizê-lo, apenas entender que ele pensa diferente de nós.

Busquemos fazer com que aqueles que convivem conosco sintam nossa felicidade e se sintam bem conosco.

 

17/01/2018

Cap. XIII, Que a mão direita não saiba o que fez a esquerda

Guia Protetor

Nossas atitudes refletem mais no futuro do que no momento atual, até mesmo pós desencarne, quando nos livraremos da carne as consequências de nossos atos terão grande significado.

André Luiz que era um médico, como mostra o livro/filme Nosso Lar, sempre atendia uma determinada Senhora com pressa e sem paciência já que ela não podia pagar pela consulta; e depois de um tempo no plano espiritual tomou conhecimento de que os momentos de paz que o acometiam enquanto ele estava em zonas de sofrimento, advinham das orações daquela Senhora a quem ele desprezava.

Não devemos esperar nada das outras pessoas, fazendo a caridade de acordo com a nossa consciência somente por vontade de praticar o bem e nada mais.

Quando doamos um casaco, por exemplo, depois disso nem sabemos para onde essa peça foi; mas certamente ao chegar à pessoa necessitada, quando ela o colocar e se sentir aquecida, seu sentimento de gratidão levará ao doador vibrações positivas.

Madre Teresa, Chico Xavier, Gandhi, São Francisco, são grandes exemplos de doação sem esperar nada do outro.

Chico Xavier dentre tantas ações bondosas que realizou, também doava esmola para as pessoas, e alguns o questionavam sobre o que aquele irmão faria com o dinheiro. Ele esclarecia que fazia a sua parte; o que o outro iria fazer não cabia a ele julgar.

Vamos buscar nos sentir bem em só doar. Não se preocupe em realizar grandes feitos, a transformação do mundo acontece pelas pequenas atitudes.

Hoje a caridade que praticamos é mero acerto de contas, dívidas que adquirimos ao longo de nossas existências.

A ingratidão não existe se não estivermos em busca de reconhecimento.

Jesus quando auxiliava um irmão sempre dizia: “Vá e não peques mais.”. Essa recomendação é o necessário para que mais adiante nossas dores e sofrimentos não retornem.

Vamos passar a viver felizes, podendo ajudar alguém vamos fazê-lo. Não podendo, vamos ter paciência. Mas evitemos julgamentos a respeito de quem merece ou não ajuda. Vamos aproveitar todas as oportunidades possíveis.

A doação de órgãos, por exemplo, é um lindo gesto de caridade que atinge muitas pessoas. Aqueles que pretendem ser doadores de órgãos não se esqueçam de cuidar da saúde. As orações feitas pelas pessoas que recebem os órgãos doados são lindos presentes que chegarão em forma de boas energias ao doador.

 

GRUPO FRATERNO ANDRÉ LUIZ

25/10/2017

Cap. XIV Honra Teu Pai e Tua Mãe

Piedade Filial

Antes de reencarnar planejamos nossa existência, e inclusive, sabemos quem serão os nossos pais. Normalmente, são pessoas com as quais precisamos conviver para nosso crescimento.

É importante refletir sobre como tratamos os nossos pais quando eles se tornam idosos, e também os nossos tios, avós, etc.

Amar aos pais é possível, mesmo, quando existem problemas de relacionamento com os filhos. Já honrá-los verdadeiramente, é respeitar as pessoas que nos deram a oportunidade da vida.

A fila para reencarnar na Terra é enorme. Isso porque quando estamos do outro lado, temos uma visão mais ampla e sabemos da grande importância que é passar por essa experiência.

Precisamos nos certificar de que o tratamento que oferecemos aos nossos pais é coerente com o que eles fizeram por nós quando éramos crianças. Algumas pessoas reservam o menor e pior cômodo da casa para acolher seus pais, enquanto, quando éramos crianças, nossos pais nos ofereciam o máximo conforto que podiam.

Precisamos ter paciência e consciência, fazendo o nosso melhor.

O Brasil em termos gerais não valoriza o idoso. Uma pessoa de idade já evoluiu em valores e calma, isso sem perder a capacidade, pois, são tão inteligentes quanto eram antes.

Que a gente possa agir corretamente, para que ausência deles, possamos chorar só por saudade; não por arrependimento.

As pessoas que muito se desesperam quando perdem um ente querido, normalmente, guardam algum arrependimento. Então, vamos garantir que nosso choro seja só por saudade.

Nossos pais tiveram muita paciência com a gente, passaram noites em claro, nos confortaram quando choramos, nos deram banho, carinho e muito mais. Porém, a maioria de nós já na adolescência começa a abandonar os pais.  

Quando ficam velhas, as pessoas se recordam mais do passado e podem perder um pouco da memória recente. Certamente algumas dessas lembranças não são tão boas e devem doer, constranger, entristecer. Essas histórias não são contadas talvez por vergonha ou orgulho… Enfim, provavelmente, guardar tudo isso os machuca, por isso, precisamos ainda mais dedicar o nosso amor a eles.

Sempre é tempo. Amemos e cuidemos da família.

 

 

GRUPO FRATERNO ANDRÉ LUIZ

18/10/2017

Cap. XXVII, Pedi e Obtereis

Preces Inteligíveis

Nosso pensamento é como ondas de rádio que saem da nossa cabeça.

Existem muitas preces feitas as quais podemos repetir. Mas, o importante é o propósito que colocamos na oração.

Quando fazemos uma prece com o coração ou conversamos com os protetores que nos acompanham, normalmente, pedimos mais pelos outros do que por nós mesmos.

É importante que a façamos com verdade e amor, num lugar calmo, onde possamos nos abrir para Deus e nossos protetores.

Vamos procurar fazer a prece refletindo sobre quantas pessoas podem se beneficiar com isso. A prece é o recurso mais poderoso para auxiliar a nós e aos outros.

Vamos nos conectar com o alto da maneira mais simples e verdadeira.

Os nossos pedidos a Deus não são atendidos por Deus diretamente mas sim pelos irmãos, mentores e guias espirituais que estão no nosso planeta.

Antigamente era comum uma missa ser feita em latim, assim também eram as preces e as pessoas somente repetiam as palavras. Esse tipo de oração, sem entendimento, é o que o Evangelho chama de uma prece não inteligível.

Jesus todos os dias se retirava a um lugar para fazer orações e meditar. Ele estava conversando com Deus e recarregando suas baterias.

Importante lembrar que nossos irmãos de luz sabem exatamente do que precisamos. Por isso, ao invés de pedir por nós, devemos aproveitar os momentos de conexão com o alto para agradecermos e pedirmos coisas boas para outras pessoas.

Muitos são os espíritos que gostariam de estar encarnados. Nós que estamos aqui na Terra, devemos aproveitar as chances pelas quais tantos ainda aguardam.

Jesus disse que a prece mais bonita é a do trabalho em prol do próximo. Assim, fazer a caridade também uma forma de prece.

Ao orar, seja autentico. o mais importante é o sentimento. E ele chega mais rápido ao outro lado, do que as nossas palavras.

 

 

GRUPO FRATERNO ANDRÉ LUIZ

04/10/2017

Cap. XII, Amai os Vossos Inimigos

Pagar o Bem com o Mal

 

Todos nós temos o amor em nosso interior, e o dedicamos ás pessoas que mais gostamos.

O Evangelho diz claramente que devemos amar também ao nosso inimigo. Esse inimigo pode ser alguém que pense ou que tenha atitudes diferentes das nossas. E também pode ser um impacto gerado em outras existências, das quais não recordamos.

Mudemos a palavra inimigo para desafio. Ha várias coisas que não gostamos de fazer, mas, se pensarmos que estamos aqui para nos melhorar, precisamos nos expor e enfrentar as situações. Então, vamos nos desafiar a sermos melhores com as pessoas que não lidamos bem.

Pode ser uma dificuldade de relacionamento no lar, de um pai ou mãe pra filho. Procuremos conversar, estarmos mais sorridentes, rezarmos pela pessoa a fim de vencermos o sentimento que nos torna inimigo de alguém.

Todos temos condições de nos modificar. Ao agirmos melhor, poderemos perceber como o contexto muda quando colocamos gentileza nas nossas atitudes.

Podemos procurar a solução dos nossos problemas em qualquer casa religiosa, mas sobretudo, estamos aqui porque acreditamos no amor e sabemos que sua energia funciona. Cabe a nós agir e semear.

Temos orgulho, vaidade e egoísmo de sobra, e podemos perceber quando temos uma atitude fechada por causa do orgulho. Vamos estar atentos para fazer diferente, aceitar o desafio, encará-lo e nos expor em busca de soluções e aprendizados.

Vamos nos permitir amar as pessoas que nos ofenderam ou que estão de mal com a vida.

Jesus se deparou com várias pessoas que o tinham como inimigo. Mas, ele nunca os viu assim. Pois, o inimigo é quem vemos assim.

 

Há 1500 anos, em um castelo na Europa, a filha de um Rei se encantou com um jardineiro. Ela estava sempre de olho nele e ele, muito trabalhador sempre cuidando das plantas. O jardineiro sabia o seu lugar e não dava atenção as investidas da princesa.

Uma noite ela resolveu ir ao local que ele dormia para seduzi-lo. Ele não cedeu e a colocou para fora do casebre. Ela saiu de lá  com o orgulho ferido e decidiu castigá-lo.

No disse seguinte, falou ao Rei que o jardineiro tentou agarrá-la. O Rei enfurecido, decidiu castrar o jardineiro.

O jardineiro completamente envergonhado foi embora e nunca mais retornou ao castelo.

Dias depois, a princesa, sem saber da atitude do pai, se arrependeu e lhe contou que era mentira. Mas era tarde demais…

O jardineiro, longe dali, passou a levar uma vida de rancores, magoas  e desencarnou com a revolta dentro de si. Foi para uma região de sofrimento no plano espiritual e ficou lá por mais de 1.000 anos.

A filha do rei viveu sempre arrependida. Depois dessa encarnação, teve outras 10 vidas na Terra e em nenhuma ela conseguiu ser feliz. Um sentimento forte de culpa sempre a perseguia, mesmo ela não entendendo de onde ele vinha.  

Então a princesa começou a receber orientações ao retornar de encarnações, para entender tudo o que fez.  Ela decidiu dedicar-se, dali em diante, a pedir perdão ao jardineiro.

Depois de muito preparo ela foi viver numa região de espíritos mais elevados e participou de ações que resgatavam espíritos em regiões de sofrimento. Até que uma equipe resgatou o jardineiro que, nessa altura, já estava lá sofrendo a 1.200 anos.

Ele começou a ser auxiliado até que sua reencarnação foi programada. Ele iria vir como filho da princesa para tentar, através do amor, vencer o ódio e a magoa. Como pai ele teria o Rei.

A convivência entre os três foi bastante difícil. O filho sempre agindo com rebeldia, sem entender o porquê. Ele costumava ter atitudes que prejudicavam o pai e mãe, mas, estes, já vieram preparados para dedicar o amor e perdoar os erros do filho.

E depois de uma existência tumultuada, finalmente, essa família foi desfeita e puderam seguir seus caminhos, sem que fossem inimigos.

 

 

Quando identificarmos que alguém não deseja o nosso bem, lembremos de que não sabemos da verdadeira razão que o faz nos perseguir. Algumas coisas não farão sentido, pois, nosso entendimento é limitado por não sabermos o que fizemos no passado. Vamos praticar o amor do Cristo, não guardar mágoas, sempre perdoar e acima de tudo, amar.

 

 

GRUPO FRATERNO ANDRÉ LUIZ

30/08/2017

Cap. VIII, Bem Aventurados os Puros de Coração

Deixai vir a mim os pequeninos

É muito importante nos conhecermos. Se não gostamos de briga ou
confusão, porque ficamos nervosos quando sentimos sermos feitos de bobo.
Faria mais sentido entender a situação e simplesmente não pensar sobre o
que o outro acha.
Podemos buscar o que julgamos correto, ou, somente seguir nosso
coração. Assim como crianças que brigam entre si e minutos depois estão
brincando e sentindo a verdadeira amizade.
Precisamos encontrar nossa essência. Existem adultos que nem sabem
quais são suas preferências porque sempre cedem à vontade dos outros.
Prestemos atenção a nossas atitudes, buscando a verdade e simplicidade das
crianças.
Em geral, nós perdemos muito tempo com desconfianças.
Jesus ensinou que se tivéssemos o coração das crianças seríamos
felizes. Isso porque não guardaríamos mágoas, raiva, e outros sentimentos
ruins.
Mas há um outro tipo de criança, além das pessoas com pouca idade;
são os adultos egoístas e orgulhosos, como nós seres humanos que estamos
passando pela vivência na Terra. Ainda estamos engatinhando em relação a
eternidade. Achamos que sabemos muito, que entendemos quase tudo e, por
isso, perguntamos pouco ou não buscamos orientações.
Jesus tentou ensinar para nós, espíritos crianças ainda, que
precisamos nos transformar. "Vá, e não peques mais.", disse Ele. E nós,
crianças de pouca compreensão, não nos preocupamos com essa
recomendação e continuamos levando nossa vida com vaidade e ganância.
Nossas dores são fruto da nossa teimosia ou consequências de erros
dessa vida ou de existências passadas. A vida nos ensina o tempo todo; e o
que acontece não é castigo, surge para aprendermos.
Precisamos nos conhecer e saber reconhecer o que nos faz bem,
buscando mais momentos de realização. É preciso sim amar ao próximo, o
que não significa ser escravo ou dominado (e nem dominar).
Muitas pessoas se anulam e outras anulam os outros. Dois extremos em
que falta algo: a igualdade.
Quando duas pessoas se unem em amor perante Deus o ideal é que a
soma de 1+1 seja igual a 1,5. Isso mesmo, se a soma der 2 significa que o

individualismo prevaleceu, ao passo que a soma de 1,5 mostra cada um
cedendo um pouco para criarem sonhos em comum.
Vamos trilhar caminhos de amor que nos levarão a moradas mais
elevadas; vamos amadurecer a criança que há dentro de nós, revendo a vida
e modo como entendemos as situações.
Na verdade ainda estamos aprendendo o sentido da palavra amor.
Espíritos já desencarnados relatam que estão se recuperando em hospitais
cujo único remédio é o AMOR. O amor é muito mais do que podemos
imaginar.
Se Deus nos confia e está nos dando a oportunidade de assimilar esse
ensinamento, significa que temos o potencial para mudar.
Olhemos pro céu quando formos pra casa e imaginemos em que estrela
iremos morar após desencarnarmos: uma estrela feliz ou um local de
sofrimento? Nós fazemos nossa própria opção.

 

 

GRUPO FRATERNO ANDRÉ LUIZ

12/07/2017

Cap. XI, Amar o próximo como a si mesmo. Pascal, Sens, 1862

No dia de hoje recebemos notícias sobre a condenação de um político.

Como devemos reagir em relação a isso? Julgar? Certamente não…

Pensemos em como Jesus agiria diante dessa situação.

De algum modo, em alguma situação, nós nos condenamos. E por isso,

estamos encarnados aqui na Terra; um planeta de prova e expiação. Estamos

aqui, cumprindo nossas penas no domicílio "Terra", em liberdade condicional.

Ao passo em que condenamos o próximo, o maldizemos etc., geramos

energias ruins para ele, em nosso lar, bairro, cidade, país.

Nosso mundo irá progredir e precisamos nos esforçar para contribuir

com esse progresso e assim, merecermos viver em mundos mais evoluídos

no futuro.

Estamos encarnados para aprender o amor sem preconceitos. Nas

próximas centenas de vidas ainda iremos exercitar isso. Que comecemos já.

Pois, nossas dores são fruto de algo ruim que plantamos no passado.

Pensemos na agricultura que há anos atrás não produzia em tanta

quantidade. Atualmente, com c tecnologia, adubos e etc. um mesmo espaço

de terra produz muito mais. Assim somos nós, que podemos desenvolver

faculdades para fazer o bem com mais frequência e sermos mais produtivos.

No passado talvez não tivéssemos o entendimento da Doutrina Espirita,

agora sabendo que somos imortais e compreendendo a Lei de Ação e

Reação, se nos amamos o suficiente, devemos repensar. A conta vai vir e a

justiça de Deus não negocia, tão pouco pode ser enganada.

Perdemos muito tempo falando dos outros, mas pensamos pouco em

nós mesmos. Vamos dedicar tempo a nós, nos criticar, planejar nosso futuro

e pedir aos amigos que nos ajudem a corrigir nossas falhas.

Vamos resolver nossa vida, nossas provas, nossas tentações, cuidar de

nós e tentar viver com dignidade.

Pense em Jesus, leia o Evangelho, reflita sobre como Jesus agiria,

somente depois tome uma decisão.

 

GRUPO FRATERNO ANDRÉ LUIZ 07/06/2017
Evangelho do Dia

Acreditamos que nossos problemas são resolvidos pelos outros e o Evangelho traz que somente nós mesmos temos o controle de nossa vida. Podemos decidir começar hoje, fazendo a caridade.

A caridade é entendida como auxilio ao próximo. Mas também devemos refletir se agimos pensando em nosso próprio bem estar, pois isso também é muito importante.

Há a caridade que estendemos a nossos familiares, que, por exemplo, adoecem ou envelhecem e demandam do nosso carinho e paciência.

Há a vizinha ou a amiga que liga e desabafa e nós a escutamos com atenção. Ouvir também é caridade desde que depois não reclamemos disso.

Há a caridade de conversar e olhar nos olhos do mendigo que nos pede esmola.

A pior forma demonstrar a alguém como ser feliz é dizendo como se faz. O ideal é ser o exemplo, ter boas atitudes e fazer com que as pessoas ao nosso redor sintam a felicidade que provem de bons comportamentos.

Mães desejam para o filho o que é melhor pra na concepção delas. Mas se a vida é do outro, é preciso entendimento para não influenciá-lo por orgulho e vaidade.

Caridade não é só dar alguma coisa. Vai muito além. E só existe quando advém do coração.

Não é possível enganar a Deus. Portanto, vamos olhar para nosso interior e reconhecer nossas falhas, assim, não seremos surpreendidos ao chegar ao plano espiritual e tomarmos conhecimento de nossos erros.

Resumidamente a caridade é educação, tolerância e aceitação perante os outros e a nós mesmos.

Às vezes uma pessoa fala algo que não entendemos. E ela então tenta explicar aquilo de uma forma diferente até conseguirmos compreender. A caridade foi explicada por Jesus, mas, o Homem não a entendeu a princípio.

Jesus pediu amarmos a Deus, a nós mesmo e ao próximo.

Passaram-se dois mil anos e ainda não assimilamos esse ensinamento.

Querem-se que o mundo seja melhor, nossa obrigação é semear a ajuda. Porque não é possível se feliz num ambiente em que pessoas ao nosso redor não estejam bem.

Precisamos aprender a conviver com as pessoas, até porque muitas lidam com a dificuldade de conviver conosco.

Precisamos mudar.

Rezamos e pedimos ajuda a nosso Pai Maior, Anjo da Guarda, mentores… Mas nem sempre nos preocupamos e buscamos ajudar um próximo. Agindo assim, mostramos preocupação somente com nós mesmos deixando aflorar o egoísmo tão prejudicial a nossa evolução.

É dando que se recebe. Dê sem se preocupar em receber, e certamente será recompensado.

Vamos pensar em quanto estamos amando ao próximo…

 

 

GRUPO FRATERNO ANDRÉ LUIZ

24/05/2017

Evangelho do Dia: Cap. XVIII – Muitos os chamados e poucos os

escolhidos, Os que dizem: Senhor, Senhor!

Em carne, como humanos, conseguimos demonstrar uma coisa e sentir

outra. Mas para Deus, nada esta oculto. Nossos irmãos desencarnados

podem nos enxergar por dentro. Ficamos transparentes sob a ótica do plano

espiritual.

Vamos abrir nossa mente e nossos corações, passando a ser honestos

conosco.

Ao final do dia faça um balanço, avalie o que você fez e não deveria ter

feito, o que falou e poderia ter dito de outra maneira. Essa reflexão já é um

passo importante na tentativa de seguir aos passos de Jesus.

Será que agimos com amor? Nas situações difíceis, conseguimos

manter a serenidade? Se não, somos honestos em admitir esses nossos

sentimentos que não são nobres?

Sabemos que iremos para o plano espiritual exatamente como somos. E

muitos se iludem achando que são bons e importantes, mas ao chegar lá

recebem informações que os chocam, dadas suas falhas em vida.

Se formos realistas e buscarmos enxergar o que fazemos de errado,

teremos mais condições de nos melhorar e, ainda, não teremos surpresas ao

chegar no plano espiritual.

Busquemos nos conhecer e reconhecer nossas fragilidades para nos

dedicarmos a nossa reforma íntima.

Toda nossa vida é direcionada por nós mesmos e nos conhecer é o

começo de tudo. Sejamos corajosos para nos olharmos no espelho e nos

aceitarmos como somos.

Lembrando que embora tenhamos muitos comportamentos a serem

melhorados, temos mais qualidades do que defeitos. No entanto, a maioria de

nós dá mais ênfase às coisas ruins, potencializando problemas e tornando

mais difícil suas soluções.

Fazemos muitos pedidos para Deus, sem lembrar que Ele não é nosso

servo. Embora esteja sempre a cuidar de nós. Nem sempre a nossa vontade é

a Dele.

Os pais dão as crianças remédios com gosto ruim. Assim também age

Deus, que coloca dores e situações em nosso caminho para nosso progresso,

como um remédio para evoluirmos em moral. Tudo isso, para caminharmos

em busca da mansidão, humildade e bondade.

Quando nos esforçamos para ajudar ao próximo, percebemos que o

mundo conspira a nosso favor. Atraímos pessoas de bem que tem afinidade

com nossas energias. Ao passo que, se convivermos com pessoas que agem

mal, não estaremos imunes a energias ruins que nos afetarão.

Analisemos quais nossas tendências para cada situação, refletindo

sobre como Jesus agiria nessa situação. Então poderemos ponderar se

agimos bem ou se precisamos tentar mudar. Se pergunte: “O que Jesus

faria?”

Fato é que ainda não aprendemos a nos amar. Ainda consumimos

coisas que farão mal ao nosso corpo físico e espiritual; julgamos os outros;

construímos maus pensamentos.

Quando nos amarmos verdadeiramente, estaremos seguindo a máxima

de Jesus e seremos capazes de amar o próximo com a nós mesmos e a Deus.

Vamos nos desvincular da negatividade, não nos deixar atrair por

notícias ruins, desgraças, tragédias. Tudo isso atrai irmãos que sintonizam

com tristezas, raivas, ódios e que poderão nos influenciar.

Jesus é nosso guia, vamos buscar chegar ao seu lado por nossos

méritos.

 

 

GRUPO FRATERNO ANDRÉ LUIZ

21/03/2017

Evangelho do Dia: O Maior Mandamento

Cap. VX – Fora da Caridade não há salvação

Quando amamos a Deus entregamos nossas dificuldades, dívidas,

dores, sabendo que estamos em faze de aprendizado na Terra e passaremos

pelo necessário para nosso crescimento.

Quando amamos a Deus não nos revoltamos e aceitamos tudo com

resignação, aceitando que esta vida é um presente do Pai para nossa

evolução.

Quando amamos a Deus acima de tudo, aceitamos as pessoas, nossas

condições de vida, o que temos. E nos sentimos mais leves.

Nós, na maioria das vezes, damos mais valor ao que não temos e

esquecemos de agradecer pelo tanto que nos foi proporcionado.

Algumas vezes nos imaginamos melhores que nosso próximo,

esquecendo que aos olhos de Deus todos somos iguais.

Todos temos que lidar com alguém com que não simpatizamos ou que

nos incomoda; e por não conseguirmos nos colocar no lugar delas acabamos

julgando.

Vamos lembrar que até mesmos os criminosos e assassinos amam e

são amados. Eles tem família e amigos que sofrerão muito quando estes

vierem a colher o que plantaram.

Se não conseguirmos abraçar e beijar nosso próximo, que consigamos

pelo menos não lhes desejar mal, o que já é um grande passo.

No Brasil vivenciamos um excesso de burocracia. Tantos excessos e

controles ainda são necessários para que não burlemos regras, roubemos,

enganemos, tiremos vantagens.

Se amassemos o próximo nenhuma maldade existiria e nenhuma

burocracia seria necessária.

Se o planeta não caminha como desejamos, vamos fazer nossa parte.

As mudanças começam em pequenos gestos: ser gentil, separar lixo, praticar

caridade, ser honesto.

Criticamos tantos os governantes do país sem perceber que agimos tão

mal quanto eles em nosso dia a dia.

Ser egoísta e orgulhoso é ainda instintivo para nós. Mas vai contra a

Lei de nos amarmos.

Lembramos frequentemente de quem acreditamos ter nos causado

problemas, mas esquecemos daquelas a quem nós fizemos mal.

Somente se evitarmos deixar marcas e rancores no outro estaremos

verdadeiramente nos amando.

Se alguém fica chateado, toda vez que pensar no ofensor emitirá

energias negativas que poderão atrapalhar e influenciar.

Se Deus nos dá oportunidades de corrigirmos nossos erros, que

tenhamos a percepção de que aquela pessoa que taxamos como “chata”

possa ser o nosso desafio para aprendermos a amar.

É impossível evoluirmos e irmos para mundos melhores deixando aqui

um rastro de dívidas. Antes de acertamos os ponteiros com todos a quem

fizemos mal, não teremos merecimento.

O planeta Terra ainda nos espera por algumas gerações. Pensemos em

como ele estará daqui há 100 ou 200 anos quando reencarnarmos.

Tudo que vivemos hoje é resultado do que plantamos no passado. Esse

mundo, este país, somos nós. Os corruptos, também somos nós. E para

resolvermos tudo isso precisamos aprender a nos amar e ser feliz.

Analise a cada dor e a cada mágoa e veja que se você não fosse

orgulhoso e egoísta, aquilo não doeria nada. Essas são os dois principais

fatores que nos distanciam da felicidade.

Transformar-se não é fácil, peçamos então muita ajuda a Deus para

vencermos nosso orgulho.

Como estamos agindo nos levam ao amor ou ainda nos mantém distante

de Deus e da paz interior?

Jesus frequentemente se afastava das pessoas e ia meditar, refletir e

conversar com Deus.

Raramente fazemos isso.

Para Deus, o importante não é o que sai da boca, mas sim, do coração.

Quando falamos com Deus proferimos frases prontas ao invés de nos abrir e

agradecer toda ajuda.

Nos amar também é conseguir dialogar com nosso Pai.

Faça um teste. Separe 15 minutos para falar com Deus e verá que dali

alguns instantes uma inspiração, uma solução surgirá.

 

 

 

 

GRUPO FRATERNO ANDRÉ LUIZ

21/03/2017

Evangelho do Dia: O Maior Mandamento

Cap. VX – Fora da Caridade não há salvação

Quando amamos a Deus entregamos nossas dificuldades, dívidas,

dores, sabendo que estamos em faze de aprendizado na Terra e passaremos

pelo necessário para nosso crescimento.

Quando amamos a Deus não nos revoltamos e aceitamos tudo com

resignação, aceitando que esta vida é um presente do Pai para nossa

evolução.

Quando amamos a Deus acima de tudo, aceitamos as pessoas, nossas

condições de vida, o que temos. E nos sentimos mais leves.

Nós, na maioria das vezes, damos mais valor ao que não temos e

esquecemos de agradecer pelo tanto que nos foi proporcionado.

Algumas vezes nos imaginamos melhores que nosso próximo,

esquecendo que aos olhos de Deus todos somos iguais.

Todos temos que lidar com alguém com que não simpatizamos ou que

nos incomoda; e por não conseguirmos nos colocar no lugar delas acabamos

julgando.

Vamos lembrar que até mesmos os criminosos e assassinos amam e

são amados. Eles tem família e amigos que sofrerão muito quando estes

vierem a colher o que plantaram.

Se não conseguirmos abraçar e beijar nosso próximo, que consigamos

pelo menos não lhes desejar mal, o que já é um grande passo.

No Brasil vivenciamos um excesso de burocracia. Tantos excessos e

controles ainda são necessários para que não burlemos regras, roubemos,

enganemos, tiremos vantagens.

Se amassemos o próximo nenhuma maldade existiria e nenhuma

burocracia seria necessária.

Se o planeta não caminha como desejamos, vamos fazer nossa parte.

As mudanças começam em pequenos gestos: ser gentil, separar lixo, praticar

caridade, ser honesto.

Criticamos tantos os governantes do país sem perceber que agimos tão

mal quanto eles em nosso dia a dia.

Ser egoísta e orgulhoso é ainda instintivo para nós. Mas vai contra a

Lei de nos amarmos.

Lembramos frequentemente de quem acreditamos ter nos causado

problemas, mas esquecemos daquelas a quem nós fizemos mal.

Somente se evitarmos deixar marcas e rancores no outro estaremos

verdadeiramente nos amando.

Se alguém fica chateado, toda vez que pensar no ofensor emitirá

energias negativas que poderão atrapalhar e influenciar.

Se Deus nos dá oportunidades de corrigirmos nossos erros, que

tenhamos a percepção de que aquela pessoa que taxamos como “chata”

possa ser o nosso desafio para aprendermos a amar.

É impossível evoluirmos e irmos para mundos melhores deixando aqui

um rastro de dívidas. Antes de acertamos os ponteiros com todos a quem

fizemos mal, não teremos merecimento.

O planeta Terra ainda nos espera por algumas gerações. Pensemos em

como ele estará daqui há 100 ou 200 anos quando reencarnarmos.

Tudo que vivemos hoje é resultado do que plantamos no passado. Esse

mundo, este país, somos nós. Os corruptos, também somos nós. E para

resolvermos tudo isso precisamos aprender a nos amar e ser feliz.

Analise a cada dor e a cada mágoa e veja que se você não fosse

orgulhoso e egoísta, aquilo não doeria nada. Essas são os dois principais

fatores que nos distanciam da felicidade.

Transformar-se não é fácil, peçamos então muita ajuda a Deus para

vencermos nosso orgulho.

Como estamos agindo nos levam ao amor ou ainda nos mantém distante

de Deus e da paz interior?

Jesus frequentemente se afastava das pessoas e ia meditar, refletir e

conversar com Deus.

Raramente fazemos isso.

Para Deus, o importante não é o que sai da boca, mas sim, do coração.

Quando falamos com Deus proferimos frases prontas ao invés de nos abrir e

agradecer toda ajuda.

Nos amar também é conseguir dialogar com nosso Pai.

Faça um teste. Separe 15 minutos para falar com Deus e verá que dali

alguns instantes uma inspiração, uma solução surgirá.

 

GRUPO FRATERNO ANDRÉ LUIZ

29/03/2017

Evangelho do Dia: Cap. XVII, Caracteres da Perfeição

Jesus é nosso irmão. E como nós viveu na Terra para cumprir uma

missão. Ele é a prova do que é possível e é o nosso exemplo. Quando

estiver indeciso ou em situações difíceis, se pergunte: “O que Jesus

faria?”.

Pensar como Jesus ainda esta além do nosso alcance, deve ser um

exercício constante. Jesus é nossa referencia máxima.

Ser perfeito não é ser bonzinho, é amar ao próximo como a nós

mesmos. Porém, por sermos infantis e não sabermos nos amar, o plano

espiritual criou a família que consegue selar laços de amor.

O núcleo da família foi criado para que tivéssemos chance de

conhecer intimamente nosso próximo. Mas em algumas encarnações

conviveremos com espíritos com os quais tivemos desentendimentos em

vidas passadas. Ao conviver com antigos inimigos, no mesmo lar, teremos

a chance de conhece-lo melhor, julgá-lo menos e amá-lo mais.

Amar a pessoa com que nos damos bem é muito fácil, difícil é amar

as pessoas com quem não temos afinidade. Esse é um desafio e o objetivo

dos seres humanos interagirem.

Pessoas que se isolam, só trabalham, fogem de casa ou criam outros

problemas por não se darem bem com os pais, passarão pela vida

distantes de cumprirem o objetivo de aprender a se relacionar, assim,

perderão uma oportunidade de se melhorar e evoluir.

Quando assistimos TV e vemos tantas desgraças, costumamos

desejar o mau ao assassino ou bandido do noticiário. Fazendo isso,

jogamos ainda mais energia negativa para essa pessoa. O correto é

fazermos uma oração, vibrando positivamente por nossos irmãos ainda

sem entendimento que comentem atrocidades.

Pesquisas provaram que a prece ajuda as pessoas a melhorarem e

quem reza melhora, inclusive, sua saúde física ou emocional.

Amar aos nossos inimigos é o grande desafio.

Seja um espirita com propósito: busque evoluir e crescer

espiritualmente.

Antipatias que não sabemos de onde vem, são dificuldades que

precisam ser superadas. Precisamos facilitar as relações, o que não

significa ser sempre doce ou abraçar à todos, mas sim, esforçar-se para

construir relações saudáveis, respeitosas e felizes.

Seja sincero consigo mesmo. Se for o caso, admita para si que não

conseguiu perdoar determinada pessoa, mas nunca deixe de tentar.

FIM

 

GRUPO FRATERNO ANDRÉ LUIZ

25/01/2017

Evangelho do Dia: A Fé move Montanhas

 

Podemos literalmente mudar um monte de lugar? Não existe uma resposta certa para essa pergunta. Uns creem que sim, outros não. Fato é que não só a fé em Deus que nos auxilia, acreditar na nossa capacidade também conta muito.

Experiências e pensamentos nos ajudam a superar dificuldades.

Tendo fé eliminamos medos, receios, inseguranças!

A ciência já mostra juntamente com o espiritismo que a forca do pensamento pode gerar doenças ou promover curas.

Esta em fase de estudo como fica nosso cérebro no momento da oração. Grupos de cobaias recebem placebo e outras o medicamento de fato, dentre essas pessoas algumas se curam tomando placebo, ou seja, pela fé!

A fé no sentido de remover montanha é essa leveza que ela nos traz em todos os momentos difíceis da nossa vida. Quando algo acontece tendemos a cair na rebeldia, questionamos, nos entristecemos, nos sentimentos pressionados, etc. E é nesse momento que nos superamos!

Que possamos remover montanhas com segurança e sem medos para passarmos a todos ao nosso redor um exemplo de como tudo pode ser mais simples de acordo com nosso ponto de vista.

Augusto Cury trabalha  bastante o conceito de que a vida é simples… E a fé traz essa condição de passarmos pela vida com mais felicidade.

Fé é acreditar.

Fé é aceitar.

Fé é compreender.

Na época de Jesus falar em cérebro, em pensamentos, era algo impossível. Tudo tem seu tempo para ser ensinado e revelado.

Faz alguns anos que muitos autores falam sobre o poder do pensamento. Quando estamos numa situação que não gostamos, podemos tentar muda-la, mas pode acontecer de nos satisfazermos com o papel da vítima e prolongarmos a solução do problema.

Se nosso destino dependesse somente de Deus, nos bastaria esperar que as coisas acontecessem. No entanto, ele nos concedeu dons, capacidades, inteligência, força interior.

Vamos tentar ser mais felizes, realizar sonhos. Nunca estamos sozinhos. Junto conosco estão nossos guardiões que sempre nos incentivam a fazer coisas boas!

Às vezes ajudamos um irmão sem estarmos cientes, simplesmente oferecendo algumas palavras, a um amigo que encontramos sem querer e com elas causamos algum efeito positivo.

E da mesma forma que podemos influenciar o lado bom e gerar energias positivas, podemos utilizar a força que esta dentro de nós para semear tristezas, no momento em que nos deixamos abater, nos revoltamos, invejamos alguém, etc.

Ter fé não é orar cegamente para que Deus resolva nossos problemas. É fazer a parte que nos cabe e ter as atitudes que Ele espera de nós, seus filhos.

Quando assimilarmos os ensinamentos de Jesus compreenderemos qualquer obstáculo como um aprendizado. Perdendo uma perna, não sofreremos, mas ficaremos gratos por ainda termos a outra!

Existem relações afetivas que não são para a vida eterna. Vemos pessoas inconformadas com o termino de um namoro ou casamento. No entanto, possivelmente a evolução de ambos não estava no caminho que trilhariam juntos.

Somos filhos de Deus, irmãos de Jesus e se Ele é tudo o que é, um dia chegaremos lá e teremos toda bondade!

Quando perdemos entes queridos alegamos que a tristeza provém da perda. No entanto, ele esta logo ali e se o elo de amor entre você e ele é verdadeiro, muito breve se encontrarão!

O dia de nossa partida esta marcado. Não sabemos se vamos acordar amanha. E isso não importa. O que importa é que a cada dia sejamos felizes.

A nossa felicidade só depende de nós.

 

 

GRUPO FRATERNO ANDRÉ LUIZ 07/12/2016

Evangelho do Dia: Cap. XIV – A ingratidão dos filhos e os laços de família

Desencarnamos em determinado estado de espírito e assim seguimos para o plano espiritual: em paz ou com ódio ou ainda doentes… Quando chegamos lá temos nossa mente ampliada e podemos entender com mais clareza algumas questões. Nesse momento contatamos que cumprimos cerca de 20 ou 30% do aprendizado que nos foi proposto.

Não conseguimos atingir um índice mais alto, normalmente por preguiça e desculpas que damos para não agir em inúmeras situações. Sob a ótica do plano espiritual, perdemos muitas oportunidades. Quando nos damos conta disso, sentimos culpa e remorso por não cumprirmos nossa missão como poderíamos.

É preciso prestar atenção ao papel que nos cabe e desempenha-lo com muita dedicação. Seja ser mãe, pai, filho, dona de casa, empresário, etc., devemos ser o melhor naquilo para o que a vida nos direcionou.

Lidar com a ingratidão dos filhos também é uma missão. Já no papel de filhos temos compromissos com nossos pais que possivelmente são nossos antepassados

É importante absorver os valores passados por nossos pais, sermos gratos, respeitá-los e ter satisfação em mais a frente passar a cuidar deles.

Podemos tornar atividades que não são nossas preferidas, em momentos agradáveis. Como quando envolvemos crianças em situações lúdicas para que façam sua lição de casa (algo chato para a maioria das crianças).

Mais um ano esta chegando ao fim, é uma fase em que estamos refletindo bastante. O plano espiritual esta bastante próximo de nós para nos inspirar a fazer os planos do próximo ano de forma que sejamos menos falhos daqui pra frente.

“Há alguns dias, observando formigas pude reparar em algumas carregando pedaços de rosas, outras folhas verdes. E quando elas se depararam com uma poça de água, pararam, andaram ao redor e logo

descobriram um caminho alternativo. Todas elas deixaram o que carregavam próximo a poça e seguiram em frente. Depois da água secar, as formigas voltaram, pegaram o que haviam deixado e levaram tudo para o formigueiro.”

O comportamento das formigas nos ensina que cada um deve fazer sua parte e que diante de um obstáculo é necessário ponderar, esperar e recomeçar.

Poderíamos dizer que nessa situação, um ser humano se aventuraria na água e depois pediria socorro ou ficaria simplesmente parado, esperando a água secar. Abandonar alguns pertences e recuar ainda é algo difícil para nós… Mexe com nosso orgulho, vaidade e nosso receio a respeito do que os outros vão dizer. Assim, somos ainda escravos da sociedade de uma forma que até nossa felicidade pode ser comprometida.

Ao invés de querer demonstrar aos outros que esta feliz, queira verdadeiramente ser feliz.

Quem quer ser feliz enfrenta qualquer contrariedade e mantem a alegria e a espontaneidade.

Vamos refletir sobre como foi nosso ano e o que o dinheiro significou para nós, para que no próximo ano possamos seguir um caminho que não prejudique as pessoas e nos torne mais felizes.

Se conseguirmos uma mudança de comportamento, nesso novo ano será melhor, caso contrário, será igual ou até pior do que esse.

Façamos um planejamento sobre as ações corretas que desejamos praticar no ano que vem e isso valerá mais que qualquer simpatia!

Lembremos sempre que muitas pessoas precisam de algo no Natal… As oportunidades de praticar o bem são muitas, basta olhar ao redor.

 

GRUPO FRATERNO ANDRÉ LUIZ 09/11/2016

Evangelho do Dia: Cap. XV Fora da Igreja não há salvação. Fora da Verdade não há salvação.

Todas as religiões são criadas por Deus, cada uma delas especializada em atender um perfil psicológico de uma serie de espíritos. Nessa questão entra o orgulho humano que tende a julgar qual é a melhor religião ou até, as pessoas que não a seguem.

O importante é se a religião escolhida modifica o Ser.

A religião, seja ela qual for, segue os ensinamentos de Jesus desde que haja a prática da caridade. Isso inclui aceitar as pessoas como elas são.

Nós possuímos uma verdade relativa. Por exemplo, há alguns anos atrás a humanidade acreditava que a Terra era o centro do universo, depois pesquisas mostraram que a Terra gira em torno do Sol e mais adiante que são inúmeras galáxias.

Ao julgar, erramos. Supomos que uma pessoa agrida outra ao ponto de gerar a essa uma deficiência física. Prontamente pensamos que o agressor deve pagar o preço e com isso nos esquecemos de que as consequências por nossos atos surgirão naturalmente. Quanto ao irmão que se tornou uma pessoa com deficiência lidará com a dificuldade adquirida de forma a crescer e acertar divida de comportamentos do passado.

Não julgar é caridade.

No caso Suzana Richthofen, um grupo espírita de São Paulo, ao receber um pedido de oração para os pais assassinados, orou primeiramente por Suzana. Seus pais passaram pela experiência que precisavam, já a agressora necessitada grandemente de amparo espiritual.

Quando pararmos de condenar nos perceberemos mais felizes. No entanto, temos pré disposição para enxergar crimes, problemas, desgraças e pouco valorizamos as coisas belas que há no mundo.

Temos a capacidade de causar dores a nossos familiares… Aqueles que afirmamos amar. O amor pede que sejamos compreensíveis e pacientes uns com os outros, o que ainda é difícil para nós.

Em missas católicas observamos que as pessoas se dispersam justamente quando o Padre lê uma passagem bíblica ( Evangelho ) e a interpreta. Neste momento esta o ensinamento de Jesus. Mas as pessoas gostam mais das musicas, de comungar e saem da missa refletindo pouco sobre o que o padre falou.

Precisamos aprender a selecionar o que é importante para nossa vida. O objetivo é obtermos a nossa mudança interior por meio da caridade. Se o plano espiritual nos direcionou ao conhecimento mais profundo

dos ensinamentos de Jesus, significa que confiam em nós e que temos muitas coisas boas para compartilhar com o mundo.

Chegará o dia em que não veremos mais roubos, violências, trapaças. Vamos ter fé e contribuir com essa mudança repensando nossas ações, nossas palavras e nossa interpretação.

Somos como antenas de rádio e tendo pensamentos bons garantimos que nossa companhia espiritual seja do bem.

 

 

 

GRUPO FRATERNO ANDRÉ LUIZ
12/10/2016
Evangelho do Dia: Cap. XX – Os últimos serão os primeiros

A passagem do Evangelho indica que o dono da vinha , da parábola, é Jesus.

Todos somos filhos do mesmo pai e somos trabalhadores, mas cada pessoa tem o seu tempo de aceitar o convite para ser um servo de Jesus. Após muitas encarnações, nessa, talvez pela primeira vez, tenhamos aceitado o convite e por isso estamos servindo numa casa espírita.

Os apóstolos de Jesus não pararam de trabalhar, foram os primeiros a aceitarem o convite. E o salário deles é a própria evolução, a paz, a alegria. É exatamente isso que buscamos.

Nós somos os trabalhadores de última hora. Receberemos o mesmo salário dos apóstolos. E ainda aqueles que mais tarde aceitarem o convite, receberam a mesma coisa.

Cada um tem um tempo de entendimento e todos são bem vindos.

O planeta Terra caminha para um local de regeneração, onde haverá mais Paz. Devemos pensar em de que forma podemos servir, contribuindo para a melhora do nosso planeta.

Muitas vezes pensamos somente em melhorar a nossa vida. Mas certamente, buscando melhorar o planeta isso seria consequência. Podemos fazer isso sendo um bom exemplo, ajudando o próximo, tendo atitudes corretas no trabalho, em nossa casa, no transito.

Dar conselhos somente, não desperta ninguém para a Lei do Amor, somente o exemplo modifica as pessoas. Então, vamos buscar ser exemplo para os que nos cercam.

É importante refletir sobre como estamos trabalhando em prol da Lei do Amor, para que ela se expanda.

Hoje, 12 de outubro é um feriado. Também hoje tivemos um dia tranquilo e de paz. Essa sensação boa não se deve ao feriado exatamente, mas, aos pensamentos dos brasileiros. Alguns desejaram a felicidade de suas crianças, outros elevaram seus pensamentos em agradecimento a Nossa Senhora. Essas energias de alegria e gratidão contagiam todo o país e fazem com que nos sintamos bem.

Provavelmente amanhã, voltaremos a criticar pessoas e situações e sentiremos a diferença de energias.

Conforme o Evangelho menciona, para cada um existe um momento e isso já está definido, até antes de reencarnarmos.

Jesus ensinou que é dando que se recebe. Mas quando começamos a ajudar e a sermos tocados verdadeiramente por essa ação, as vezes algo nos faz pensar que não teremos mais tempo para exercer a bondade e os compromissos ligados as questões materiais passam a ser prioridades fazendo com que nos dediquemos somente a ter mais.

Em algumas situações chegamos a julgar o ato de assistir uma novela mais importante do que fazer o bem ao próximo. Valorizamos o que não devemos.

Apesar de justificarmos o fato de não fazermos o que deveríamos, isso não resolverá nossos problemas e nem amenizará nossas dores.

Algumas religiões semeiam que basta pedir perdão e tudo estará resolvido. Uma grande ilusão, pois, se fosse verdade não estaríamos aqui passando por sofrimentos.

No “Banco” de Deus não existe fiador, ninguém pode quitar a divida do outro. E lá só podemos depositar: amor, carinho, bondade e verdade.

Trabalhar na vinha do Senhor é fazer o bem, não falar mal, não criticar. Ou seremos mais as ervas daninhas da vinha do que os trabalhadores de Jesus.

Jesus nunca recusou ajuda a alguém e nunca feriu alguém com palavras. Somente estendeu as mãos e proferiu palavras de auxilio.

Vamos refletir sobre a importância de sermos um bom trabalhador da ultima hora.

Estamos encarnados para nos melhorar, mas chegará o tempo final para nos transformarmos e iremos para um outro planeta, caso não tenhamos merecimento para continuarmos encarnados na Terra.

Deus não faz exceções. Ele é justo e sabe o que cada um de nós carrega em seu íntimo.

Procuremos não falar mal do próximo, buscando bloquear a vontade criticar e procurando sempre um ponto positivo e um lado bom. Se realmente nos amamos, vamos tomar cuidado para não nos prejudicarmos.

 

 

 

GRUPO FRATERNO ANDRÉ LUIZ

05/10/2016

Evangelho do Dia: Cap. XI – A Fé e a Caridade

Percebemos o quanto nossa fé é pequena diante da vida que temos

hoje e que é muito mais tranquila do que antigamente, quando, por exemplo,

pessoas cristãs eram oferecidas aos leões.

Nossos problemas surgem de acordo com nossa capacidade de

superação e para o nosso crescimento. Se a nossa fé fosse do tamanho de

um grão de mostarda, aproveitaríamos melhor nossas lições. Temos muitas

coisas boas na vida mas, costumamos dar mais ênfase às ruins.

O Evangelho ensina que quando temos fé e nos propomos a fazer

caridade, percebemos que existem pessoas com problemas maiores que os

nossos, e que cruzam nosso caminho. Ao nos colocarmos de braços abertos,

enxergamos que o outro lida com dificuldades que não suportaríamos.

Reclamamos demais e fazemos de um problema pequeno algo maior e

acabamos nos prejudicando com isso.

A fé e a caridade precisam andar juntas.

Assistindo televisão nos deparamos com muitas desgraças e somente

por isso, devemos agradecer pela nossa vida. Vamos compreender que em

tudo há um propósito. Assim viveremos com mais tranquilidade, menos

egoísmo, menos orgulho, mais empatia e mais compaixão.

Nessa semana comemora-se o Dia de São Francisco de Assis e sempre

o lembramos por seu amor aos animais. Quando ele veio a Terra, foi para

algo ainda mais importante: transformar a igreja católica semeando o

desprendimento… O Papa atual é um franciscano.

A oração de São Francisco é conhecida por todas as religiões e não

pede nada diretamente a quem ora. Finda reforçando a mensagem de amar

ao próximo. Acabamos nos esquecendo do ultimo parágrafo que diz “é dando

que se recebe, é perdoando que se é perdoado”.

Insistimos em pensar somente em nós. Mas se queremos a ajuda de

Deus, precisamos pensar sobre como estamos agindo. Estamos no planeta

para crescer e evoluir em moral, não em dinheiro, cargos, riquezas.

Deus não tem pressa. Se não mudarmos nessa vida, mudaremos na

próxima e se não acompanharmos a evolução da Terra, passaremos a viver

em outro planeta.

É importante lembrar que ao passo em que não fazemos a nossa parte,

também não podemos reclamar das dores que surgem. E diante da dor,

devemos agradecer porque ela significa oportunidade de reparar erros que

cometemos nesta e em outras existências, ou experiências e aprendizados

que precisamos passar..

Deus provê. Deus ajuda. Resta termos merecimento. Então, façamos

por merecer, fazendo orações, caridade, cuidando do pensamento e do que

falamos. Por menor que seja a atitude a recompensa chegará.

São Francisco, Jesus e outros protetores nos acompanham e Deus

comanda.

 

ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.

Onde houver ódio, que eu leve o amor;

Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;

Onde houver discórdia, que eu leve a união;

Onde houver dúvida, que eu leve a fé;

Onde houver erro, que eu leve a verdade;

Onde houver desespero, que eu leve a esperança;

Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;

Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Ó Mestre, Fazei que eu procure mais

Consolar, que ser consolado;

compreender, que ser compreendido;

amar, que ser amado.

Pois é dando que se recebe,

é perdoando que se é perdoado,

e é morrendo que se vive para a vida eterna.

 

GRUPO FRATERNO ANDRÉ LUIZ

28/09/2016

Evangelho do Dia: Mistérios ocultos aos sábios e impudentes

Segundo o Evangelho as pessoas orgulhosas são aquelas que se

acham autossuficientes ao ponto de poderem solucionar seus problemas sem

a ajuda de Deus. É natural que tenhamos essa tendência. Em geral,

confiamos desconfiando, temos fé, mas nem sempre.

As pessoas cujo Evangelho cita como “pobres de espírito” são aquelas

que confiam plenamente na sabedoria divina.

Nós sabemos que estamos encarnados para enfrentar obstáculos e

aprendermos lições, mas, mesmo assim, questionamos os fatos e muitas

vezes achamos que sofremos injustiças.

Precisamos buscar aceitação e resignação, o que não significa ser uma

pessoa triste que vive a se lamentar. Pelo contrário, é viver com alegria na

certeza de que nossas dificuldades surgem no momento e na dose necessária

para nosso crescimento.

Temos capacidade para enfrentar todos os obstáculos a nós impostos

em experiência na Terra.

Nosso Anjo da Guarda, nossos antecessores e todos os guardiões

torcem por nós.

Somos pobres em pensamentos. Isso pode ser constatado quando

oramos um “Pai Nosso”. Pedimos que a vontade do Pai seja feita, mas,

quando surge uma dor, dificuldade ou problema, nós nos revoltamos. Isso

não tem coerência, considerando que tais provas são exatamente a vontade

do Pai a qual pedimos que seja realizada.

Ao passo que fazemos a nossa parte, Deus prepara para que não falte

a comida em nossa mesa. Seja pelo nosso esforço ou por intermédio de

alguém.

Da mesma forma como lidamos com nossos filhos, Deus lida conosco.

Para que haja aprendizado é necessário um eventual castigo. A diferença é

que adultos não refletem tanto quanto as crianças que tem mais facilidade em

assimilar a lição e não agir errado de novo.

Diante da dificuldade, vamos buscar compreender a lição a ser

aprendida, só assim teremos condições de resolvê-la.

Os mentores do Grupo pediram que todos fossem alertados, pois cerca

de 30% dos casos de pessoas cujo nome é colocado na “caixinha de

vibrações” não recebem ajuda porque aquela pessoa não deseja a mudança.

Portanto, além de deixar os nomes, é importante incentivar nosso irmão a

pensar diferente para que o plano espiritual possa interceder. Também é

essencial orar por essas pessoas, fortalecendo a ajuda ao invés de

simplesmente “terceirizar” a benção.

O mecanismo mais eficaz do universo é o amor.

Deus esta sempre ajudando, mas precisamos fazer por merecer

cuidando de nossos atos e buscando errar menos.

Os “pobres de espírito” são os ricos de alma que possuem a fé.

A felicidade só é plena se não atrapalharmos a felicidade do outro.

Tenhamos humildade e aceitação para que diante da dor confiemos em

Deus porque Ele sabe o que é melhor para nós.

Somos gananciosos demais desejando o melhor carro, a maior casa, a

melhor viagem. Mas, não desejamos com tanta intensidade o maior amor ou a

casa em que há mais harmonia. Então, vamos repensar em porque queremos

que Deus nos ajude, revendo nossas prioridades.

Quando finalmente amarmos uns aos outros não seremos os mais ricos,

mas sim os mais felizes.

 

GRUPO FRATERNO ANDRÉ LUIZ

07/09/2016

Evangelho do Dia: Cap. XXVII – Pedi e Obtereis, Condições da Prece

Antes de iniciar uma oração perdoe. A oração precisa ser feita com o

coração puro. Esse fator muitas vezes é um obstáculo, pois a sintonia com

espíritos mais elevados não acontece devido ao orgulho excessivo.

Quando Deus nos auxilia, é por sua vontade e bondade. Nem sempre

porque nós merecemos. Todos já machucamos alguém ou fomos

machucados, nesta e em outras vidas.

Precisamos ter humildade. Saber como pedir e o que pedir. E quando

recebermos um benção devemos ser gratos.

“Em cima de um morro nasceram 3 pés de arvore que fizeram um

pedido ao Criador. O primeiro pediu para crescer, ficar muito bonito e tornar-

se um móvel num palácio. O segundo desejou ser forte e fazer parte de um

grande barco para viajar longas distâncias. O terceiro quis crescer belo e

forte para se tornar duas grandes vigas de maneira que pudessem ajudar as

pessoas.

O tempo passou e chegaram os lenhadores para cortar as arvores.

Todas ficaram muito felizes acreditando que o Criador atenderia seus

pedidos.

A primeira virou um cocho. A segundo foi limpa e esculpida tornando-se

um pequeno barco e a terceira se transformou em dois grande pedaços de

madeira, mas que ficaram encostados. As três ficaram muito tristes com seu

destino. Pensando como era injusta a aquela situação depois de tudo.

Alimentaram pássaros, deram frutos e não foram retribuídas.

Um dia uma mulher colocou seu bebê no cocho pois não tinha outro

local para abrigar seu filho recém nascido. O pequeno barco foi usado por

Jesus em suas travessias. As madeiras se tornaram a cruz onde Jesus foi

crucificado.

“As três não sabiam ver o quão maravilhoso eram seus objetivos.”

Passamos anos chateados, amargurados, descrentes sem nos dar conta

de que Deus nos deu coisas valiosas.

Vamos rever a forma como pedimos e o jeito que recebemos as

bênçãos de Deus para enxergarmos a vida de um modo mais leve e mais

alegre.

Muita gente vai a um Centro religioso no intuito de pedir uma casa

maior, um carro melhor… Mas o importante mesmo é nos preocuparmos em

ter um verdadeiro lar onde reina o amor.

Deus, Jesus e o plano espiritual não estão preocupados com a

possibilidade de nos tornarmos ricos. Eles esperam que cresçamos para

morarmos em mundos melhores e para isso ter conforto ou não nessa vida

não fará diferença.

Alguns seres enriquecem e passam a se preocupar somente em

acumular mais e mais riquezas, esquecendo-se de educar seus filhos que

tanto precisam das instruções dos pais. Ficam cansados, focados em

compras roupas, fazer massagens e outros compromissos voltados somente a

aparência. Querem se mostrar para os outros e para isso sacrificam o seu

tempo em família.

Por vezes um mendigo segue para locais mais evoluídos do que um

milionário. Por isso, pensemos no que desejamos para nós.

Quando dirigimos um veículo, fazemos isso sem prestar muita atenção

porque uma parte do nosso cérebro foi gravando o jeito de conduzir o carro e

criou esse automatismo. Percebam que algumas vezes chegamos ao nosso

destino sem nos recordar exatamente do trajeto. Isso também acontece

quando vamos orar. Torna-se uma obrigação antes de dormir, por exemplo.

Vamos valorizar as oportunidades de evoluir. Se quisermos que Deus

nos ajude, vamos agir no bem para que Ele esteja feliz conosco.

E vamos orar com o coração, sem automatismos, orar é conversar com

Deus, santos ou anjos em quem acreditamos.

 

GRUPO FRATERNO ANDRÉ LUIZ

24/08/2016

Evangelho do Dia

Cap. VI – Instruções dos Espíritos, Espírito da Verdade

O Evangelho revela que temos várias vidas e que a verdadeira vida é

a espiritual. A encarnação é uma ferramenta para nosso espírito crescer.

Passamos por diversas dificuldades, exatamente de acordo com nossas

necessidades.

Cada obstáculo em nossas vidas são episódios pensados e

repensados, para que acontecessem no momento certo e na proporção

correspondente a nossa capacidade de superar. Nada do que temos que

passar na vida irá nos derrotar, temos o poder de vencer.

Quando uma dificuldade surge costumamos chorar, ficar nervosos e

nos abater. No entanto, chorando ou não aquele problema não vai ser

amenizado. Precisamos vencer essa tendência de nos colocarmos em

papel de vitima e focar em superar a dificuldade. O melhor caminho para

isso é buscar uma forma de entender a lição que a prova veio nos trazer.

Muitas vezes achamos que já aprendemos com um erro, mas aquela

dificuldade se repete porque no fundo não entendemos a verdadeira lição.

Tudo passa. É sempre questão de tempo; nada é para sempre.

O Evangelho dá muitas dicas no sentido de que estamos aqui para

aprender e não para nos desesperar. E de que precisamos uns dos outros.

O ‘Espírito da Verdade’ cita um importante ensinamento: “Amai-vos e

instruí-vos”.

Devemos pensar, refletir, ler o Evangelho, ler a Bíblia.

Nos falta essa característica de estudar sempre os ensinamentos do

Pai. Somos os filhos de Deus e se Ele tem o poder, nós também. Somos

irmãos de Jesus, certamente ainda mais imaturos do que ele, mas com a

mesma capacidade de chegar lá.

Pessoas que frequentam religiões espiritualistas são aqueles que

têm preparo e entendimento para compreender a certeza da vida eterna.

Nossos irmãos que ainda não conhecem ou não aceitam esse conceito,

terão as informações necessárias, no momento exato. Ainda é cômodo

para alguns viverem acreditando que existe o Céu ou o Inferno e que

determinados atos não terão consequências.

Em todas as nossas existências acertamos contas e falhamos em

alguns pontos que iremos corrigir mais adiante. No passado, éramos mais

maldosos, mais sem escrúpulos do que hoje em dia.

O importante é não nos importarmos com o que fomos um dia, mas

sim com o que iremos ser. Por esse motivo nós reencarnamos sem

memória, para que nosso passado não atrapalhe nossa evolução.

O que acontece conosco só acontece porque é permitido. E Deus é

bom!

A grande questão é nosso orgulho. Todas as dores que passamos é

para “quebrarmos” um pouco esse nosso modo equivocado de ser..

Vamos lembrar que Jesus nunca se julgou superior a ninguém. Nunca

proferiu que era o Messias, filho de Deus.

Enquanto as pessoas conversavam ou fofocavam, Jesus estava

afastado pensando e em oração. Ele jamais participou de futilidades. Ao

falarmos mal do outro geramos energias que enfraquecem essa pessoa e

isso não é ser Cristão.

Goulard de Andrade tinha um lema: “Vem comigo!”. Jesus diria o

mesmo.

GRUPO FRATERNO ANDRÉ LUIZ

31/08/2016

Evangelho do Dia: Cap. VII – Adolfo

“Quando o orgulho atinge seu extremo, é indício de uma próxima queda,

pois Deus sempre pune os soberbos.”

Em nossas últimas existências desenvolvemos fortemente o orgulho.

Tivemos posses, poderes e passamos por situações de superioridade.

Porém, ter mais coisas ou mais conhecimento do que as outras pessoas,

não é o que nos traz a felicidade duradoura.

Em geral estamos preocupados somente conosco e nossos

familiares. Em relação às demais pessoas somos frios, queremos que as

regras sejam simplesmente aplicadas.

Por vezes a única forma de aprendermos é pela dor. Por isso, em um

dado momento para que possamos trabalhar a questão do orgulho, a

queda surge. Devemos vencê-lo, pois somente assim deixaremos de sofrer

no futuro.

Atualmente milhares de pessoas perderam os empregos para

aprenderem a valorizar a oportunidade do trabalho e também o dinheiro.

A humildade consiste em saber valorizar as coisas e a compartilhar o

que temos.

Num passado recente, as pessoas objetivavam comprar muitos

imóveis para poderem viver uma velhice tranquila com o dinheiro dos

alugueis. Nos dias de hoje, vemos essas pessoas sem energia, sem ânimo

porque gastaram suas forças (energia vital) buscando acumular mais e

mais bens materiais. E muitos precisam abrir mão dos patrimônios por

inúmeras circunstâncias ou até, têm seu período de vida encurtado devido

ao desgaste de energia vital.

Vamos ter a consciência de que nada levaremos para o plano

espiritual. Ainda estamos escravizados pelo dinheiro, sem aceitar sermos

“inferiores” tendo menos que amigos ou vizinhos.

Muitas vezes a risada do pedinte que esta no farol é mais alegre do

que a daqueles com muitas posses.

A partir do momento que compreendemos que a vida é eterna,

precisamos rever nossos valores. Morremos e nossas penalidades seguem

vigentes. Precisamos nos corrigir.

Aqueles que agem errado, acreditando que a vida acaba com a

morte, terão menos contas do que nós espíritas que somos conscientes da

vida eterna. Pois, se tivemos a graça de compreender isso é, porque Deus

e suas equipes viram que temos as condições de agir diferente: mais

maturidade, conhecimento e intenções de nos transformarmos.

Parentes nossos que estão no plano espiritual estão torcendo pela

nossa mudança e superação para evoluirmos. Torcem para que possam

nos reencontrar. Mas se agirmos mal, poderemos ir para lugares de

estágio de evolução diferentes e não reencontrá-los.  E são eles que

muitas vezes estão ao nosso lado vibrando, orando e pedindo auxílio para

nós. Somos muito amados.

Tome sua decisão: é mais importante o amor que existe entre você e

seus entes queridos, ou acumular o ouro?

 

 Evangelho do Dia: Caridade, João, Bordeaux – 1861

O texto faz menção a uma época em que a classe média quase não existia. Havia ricos ou pobres, não havia um meio termo há cerca de 150 anos atrás.

Atualmente os governos são mais conscientes das necessidades e uma série de programas públicos amparam as pessoas. Mesmo assim temos que ajudar nossos irmãos a viverem melhor; não podemos somente transferir essa responsabilidade para o poder público.

No passado a fome e o desespero eram muito grandes. Hoje, temos uma fome diferente: carência, pensamentos conturbados, pensamentos perdidos… É um fator interessante, porque quando nosso maior problema eram a fome e o frio, não havia tempo para nos atentarmos aos sentimentos.

Deus mobilizou os governantes e cada vez mais os direitos humanos crescem, mas continuamos com dores e agora de outros tipos. Se no passado morria-se de fome, hoje se morre pulando da ponte, num carro em alta velocidade, etc.

O plano espiritual acredita que estamos preparados para lidar com os sentimentos. Antigamente, não entravasse no mérito do perdão, da reflexão, do raciocínio. Muitas mortes eram encomendadas para a “solução” de um problema.

Em alguns momentos nos sentimos superiores a Deus. Ele que esta a todo tempo tentando nos ajudar. Porém, por não conseguirmos vencer o egoísmo, não abrimos as portas para que Ele chegue a nós.

Nosso cérebro tem mais capacidade de pensar e reagir do que em vidas passadas. No entanto, talvez não estejamos usando esses recursos aprimorados como deveríamos.

A caridade se relaciona com atos simples como falar um bom dia ao porteiro, a um estranho pela manhã, a um colega de trabalho. Mas por vezes um sentimento de bloqueio impede que cumprimentemos determinada pessoa.

Caridade é tentarmos fazer quem convive conosco mais feliz. Essa capacidade esta dentro de cada um. Todos têm essa força. Somos um pedacinho de Deus e todo o amor dele esta dentro de nós. Vamos deixar aflorar. Há quase 2.000 anos Jesus veio a Terra ensinando isso.

Se guardarmos dentro de nós, ódio, ansiedade, frustrações, expectativas, revoltas, críticas, então não nos amamos de fato, pois, todos estes sentimentos geram doenças.

A língua e agora também os dedos (devido ao uso constante do celular para nos comunicarmos), são cruéis. Não aplicamos a inteligência ao fazer comentários que depois podem tornar-se conflitos.

Não conseguiremos corrigir algumas características nessa existência, mas podemos tentar controlá-las mesmo que um pensamento ruim se faça presente. Já será um avanço se conseguirmos não falar algumas, das coisas que pensamos.

Nosso anjo da guarda esta sempre conosco, mas, ficamos tão focados em resolver problemas que nossa mente não capta suas energias e orientações.

Vamos buscar compreender o quanto somos limitados, para mudarmos aos poucos nossas atitudes e,  sermos mais caridosos.

 

GRUPO FRATERNO ANDRÉ LUIZ

06/07/2016

Evangelho do Dia: Os Obreiros do Senhor

Ser um obreiro do Senhor significa trabalhar na obra do Senhor fazendo aquilo

que Ele espera de nós, ou seja, fazendo as pessoas mais felizes. Principalmente,

aquelas que convivem conosco, como nossa família, amigos e colegas de trabalho.

Nós aprendemos que tudo é amor. E que devemos amar ao próximo, amar a

Deus e amar a nós mesmos. No entanto, será que de fato nos amamos?

Muitas vezes criamos revoltas interiores, enfermidades, alimentamos nossas

tristezas. E teoricamente fazemos isso com quem amamos. Logo, podemos concluir que

talvez não nos amemos como deveríamos.

Vamos refletir sobre como cuidamos de nossa vida e de nosso corpo. Ao

zelarmos pelos nossos pensamentos, rapidamente nos curaremos de muitas coisas.

Jesus ensinou que sempre que for permitido, Deus nos ajudará. Desde que

peçamos ajuda com sinceridade e propósito. E se é dando que se recebe, Deus quer

simplesmente que cuidemos dos filhos Dele. É assim que seremos obreiros do senhor:

fazendo o bem para as pessoas.

Deus faz com que pessoas nos ajudem. Sendo assim, precisamos ajudar as

pessoas. Deus ajuda o Homem pelo Homem.

Em nosso planeta, para cada espírito encarnado, existem outros seis a oito

espíritos desencarnados, aguardando pela oportunidade de vivenciar a experiência

Ainda não sabemos o tamanho do universo. Cientistas já concluíram que é

possível enxergar trilhões de planetas. E segundo a espiritualidade, em todo planeta há

algum tipo de vida, nem que sejam lugares de parada temporária espirituais. Todos os

seres são filhos de Deus.

Seja um obreiro do Senhor. Reze pelos políticos. Reze pelo criminoso e pela

vítima. Reze pelas pessoas que não conhece. Sem julgamentos. Estamos tendo a

oportunidade de pagar por erros do passado por meio do auxílio ao próximo. E muitas

vezes julgamos que um irmão não merece ajuda.

Vamos refletir sob a ótica de que parentes e amigos nossos de outras vidas,

podem estar hoje na Cracolândia , sofrendo, e nem ao menos nos preocupamos com

Somos terrivelmente omissos. Fugimos de nossas responsabilidades. Vencendo a

preguiça, realizaremos muito mais e teremos a chance de diminuir nossas dívidas.

Todos têm problemas, traumas, dificuldades de relacionamento, e precisamos de

amparo tanto quanto precisamos amparar. Vamos deixar para descansar do lado de lá,

vamos vencer a acomodação e planejar nossa vida.

É tanto o nosso comodismo que nos distanciamos do nosso anjo da guarda. Sem

perceber o colocamos de lado. Isso acontece porque nos desconectamos de Deus e do

amor por estarmos vivendo no mundo o seu lado errado, o mundo da criminalidade e do

Vamos ser obreiros do Senhor, trabalhando em caridade e fazendo orações.

Àqueles que possuem a mediunidade, aproveitem a oportunidade para que não

sofram depois com as cobranças da consciência por terem se desviado de seus

objetivos. Não podemos fugir das obrigações ligadas a essa fase de transformação do

“Um grande espírita palestrante, que falava muito bem,

constantemente se encontrava com Chico. Ele adoeceu

agravaram ele foi se despedir do Chico e disse que já tinha

ajudado tanto quanto podia. Emmanuel então incorporou

em Chico e explicou que ele estava equivocado: “– Você vai

fazer palestras até sua morte. Não volte agora, porque a

dor que vai sentir no plano espiritual será muito mais forte

do que a dor que sente aqui.”, disse Emmanuel. Então ele

ministrou palestras, deitado em uma de maca, por mais

chegando a ficar acamado. Quando suas dores se

cerca de 20 anos.”

Grupo Fraterno André Luiz – GFAL

Reunião com Mentor Tema: Magias e encantos Comentários:

Mentor: Os encantos, assim como são feitos, podem ser quebrados dependendo da conduta e do coração de cada filho. A magia pode afetar um filho, dependendo do seu livre arbítrio e do seu entendimento para combatê­la. São medidos os merecimentos de cada um e devemos sempre nos guardar com coração puro, pedindo a misericórdia de Deus.

Ari: Há uma mulher que recebeu vidências de que a vida dela se desestruturou por um trabalho que fizeram pelo mal dela. Como isso funciona?

Mentor: Sempre é levado em conta o merecimento. Ninguém é vítima. As vezes por orgulho não queremos a progressão do outro. Por alimentar este sentimento nos desprotegemos, pois, essa conduta abriu brechas para captarmos dores. Não estamos amparados somente por frequentar uma casa de Deus. Quando estamos amparados, uma magia não nos atinge. Para isso temos também nossos protetores. Nosso querido Deus não deixaria um filho sofrendo sem necessidade. Se não tem merecimento, o elo é quebrado. Tudo se relaciona com a nossa reforma íntima, que é tanto pedida.

Diego: Porque certos trabalhos podem ser feitos em uns lugares e em outros não? E porque são permitidos?

Mentor: Cada local tem seu procedimento. Certos filhos tem afinidade com determinados protetores. Na quimbanda, se trabalha no escuro, se faz o mal, mas somente se for pedido. Quando você vai num local como esse, provavelmente já busca fazer o mal ao próximo. No entanto, se você pedir o bem, as entidades que estão lá também farão. A luz é tão importante quanto as bebidas, o sangue e os cigarros. O fato de algumas entidades beberem e fumarem é um descarrego. Se for pedido algo de mal à alguém que esteja no caminho da reforma íntima perante a Deus, ele não será tocado. O propósito da fé quebra muitos elos. Mas, a Terra infelizmente é provida de falhas que nos deixam muitas vezes a perder a fé, a balançar. As vezes nos sentimos inconformados com o que passamos, com sonhos que não atingimos, mas, devemos nos contentar com aquilo que o bom Deus nos dá.

Ari: As pessoas se revoltam nas fases de dificuldades e correm aos Centros pedindo amparo. Mas se for um aprendizado necessário terá que passar.

Mentor: Vemos muitas casas dando em vão, a cada filho, um caminho muito rápido. Imaginem que quando fomos crianças tivemos que cair várias vezes para aprender a andar. Cada passo, um aprendizado. No Início, engatinhávamos, depois aprendemos a andar, mas, mesmo assim ainda tropeçamos, caímos e choramos. Mas não desistimos. Seria a mesma coisa ao longo da nossa vida. Cada passo que damos, cada conquista, são méritos. Se me cai uma lágrima, essa lágrima é de uma dor, um sentimento em relação ao próximo, devido ao próximo no seu orgulho querer me rebaixar, sendo que todos são iguais; uns com mais posses, uns com menos, mas, com o coração aberto, limpo para podermos cumprir a metade do que foi destinado a cada filho. Alguns filhos tem que passar por certas provações. Muitas casas e muitos filhos têm seus protetores que sentem não poder auxiliar aquele irmão. Às vezes é penoso. Mas temos que passar por situações, pra nossa evolução. Vocês devem imaginar um filho que desencarna com um ferimento, uma bala sendo penetrada na sua carne. Qual o sentimento que se estabelece na hora? Eu, com uma bala entrando na minha carne, terei o sentimento do ódio e o levarei comigo fixando aquele que me acertou. Dentro de mim só vai girar a imagem de quem me feriu. Não vou ver nada mais do meu lado e vou caminhar e caminhar para alcançar a vingança. Enquanto eu não alcançar, mesmo estando em depuração, irei até a depuração do outro. Poderei chegar a ele para vingar­me, mas, se ele estiver com o coração aberto a Deus, como vou atingi­lo? Há uma barreira. Então, vou rodear meu ofensor até ter uma brecha para eu me infiltrar. E se eu atingir seu próximo, consigo te atingir do mesmo jeito. Vão descer lágrimas. Me depuro pelo sentimento de ódio e não enxergo se fui vítima ou não dessa bala que penetrou na minha carne.

Ari: O ódio e o perdão são bem distantes Por exemplo, se sairmos de camiseta e bermuda num tempo de 2 graus, ficaremos doente. Se nos agasalharmos, estaremos protegidos da doença. A nossa ferramenta de proteção nós construímos com nosso modo de agir.

Mentor: Nossa proteção é ter o coração junto a Deus. Pra muitos é um caminho cheio de espinhos, mas devemos sempre agradecer e orar a Deus e pedir para Ele que dê entendimento ao nosso próximo. Não podemos deixar o orgulho falar mais alto e desejar colocar nosso próximo pra baixo. Assim, não teremos amparo. Muitos se dizem injustiçados mas não fazem a analise de seus atos, palavras e gestos. Às vezes ouvimos coisas sobre nós e não gostamos. Devemos retrucar essas palavras? Em certos momentos sim, em outros não, porque estamos dando a brecha para essa energia nos atingir.

Ari: Machucamos e ferimos as pessoas pelo falar, pelo agir, coisas que não imaginamos ser tão graves. Em gerações atrás, tínhamos o instinto do mais forte e mais fraco. Ainda temos esse jeito de ofender quem esta abaixo de nós. São aquelas palavras que saem espontaneamente. E não conseguimos mostrar um novo homem a frente de tudo isso. Mentor É como a magia. Se nos provermos de boas condutas, boas ações, estaremos fazendo um bloqueio para não sermos atingidos. Ari É importante ter cuidado com nossas atitudes e vinganças. E lembrar que algumas pessoas tem pouco escrúpulo. Uma mulher foi a Umbanda pedir para o marido morrer porque ele a estava traindo e iria sair de casa para viver com outra. Logo, ela não queria que a outra usufruísse da riqueza do marido e se ele morresse a herança ficaria só para ela. O trabalhador se negou, pois, tem ciência das dores que causaria fazer esse trabalho. Esse homem que traiu a esposa, provavelmente tenha outras condutas erradas, logo, atingi­lo provavelmente não seria difícil.

Mentor: Há muitos modos de fazer magia. Olhares, gestos, etc. Por isso que é pedido sempre a melhoria de conduta. É difícil, é um processo lento. Sempre buscando errarmos menos porque o fato de errarmos esta dentro do contexto. Se viemos ao mundo para nos corrigir iremos falhar, mas se não nos esforçarmos, qual o nosso merecimento?

Ari: Existem alguns trabalhos de magia e alguns para quebrar magia que em certos lugares sacrificam animais e porque usam o sangue dos animais?

Mentor: O sangue tem uma energia forte. Vocês ouvem falar em certos pactos. O sangue é uma energia usada para a magia, fortifica a alma da magia. A cor do sangue é chamativa, tem vibração atraente, que puxa. Temos no sangue, o sacrífico que é dado na hora da magia. Muitas vezes a própria energia da pessoa que se quer atingir é colocada na magia. Como uma peça de roupa ou uma coisa de estimação. Lembrem sempre que se somos devedores não podemos nos sentir injustiçados.

Ari: Até hoje os judeus fazem oferendas a Cristo com animais. Teremos forças para desfazer uma magia se tivermos a fé muito intensa e vibrante.

Mentor: Isso seria a sua força saindo para fora. A mesma coisa é a passagem dos discípulos em que Jesus andou sobre o mar. Seus discípulos afundaram pelo medo de afundar. Esse medo é a brecha que impede a fé.

Ari: Por isso que certos trabalhos tem que ser feitos em determinados locais. No grupo, a fé é a soma de todos. Não adianta ter um líder com muita fé se o restante das pessoas não tem.

Tina: Na umbanda é feita oferenda com sangue e as vezes não é para algo, para outra pessoa e sim oferenda a um guia. Isso é realmente necessário?

Mentor: Do mesmo jeito que com sangue fazemos magia para o mal, fazemos para o bem. Cabe a cada filho saber usar essa força. Nem todos tem como missão participar dos trabalhos de certas casas.

Ari: Há trabalhos feitos para prejudicar os outros em cemitérios, tumbas, caixão, etc. Qual a energia que circula nestes casos?

Mentor: A energia de um campo santo (cemitério) é forte dos dois lados, tanto do bem, quanto do mal. Existem muitas pessoas de luz e muitos sofredores. Há aceitação lá dentro e também o oposto porque ao desencarnar, muitos tem dificuldade de fazer a passagem e se prendem na Terra. A magia feita dentro do campo santo, pode ajudar aqueles necessitados que estão em depuração, nesse círculo de energia. Como também pode prejudicar ao próximo, gerando contas e transtornos.

Ari: Nas encruzilhadas a maioria das pessoas voa por coisas boas. Ali é um ponto de energias boas, um ponto de concentração de irmãos e entidades.

Mentor: Numa encruzilhada, cada filho leva uma energia que é absorvida de acordo com a afinidade.

Ari: As velas são um instrumento de levar energia? Captam as vontades que depositamos nela. Portanto, é um ponto de concentração?

Mentor: Colocamos oferendas a entidades, de acordo com o que é pedido. Isso gera energia. Por exemplo, rosas vermelhas tem as energias da cor. O mais importante é que o que se pede ao fazer uma oferenda, a energia transmitida para ter realizado um pedido. É a mesma coisa o mau olhado. Se ao olhar para a planta ela murchar, significa que ela absorveu as energias. Isso acontece muito com as pessoas que tem o dom de benzer, após o benzimento o ramo esta murcho, porque esta quebrando energias. A pimenta seca. Sua cor vermelha puxa as energias do ambiente.

Ari: Porque dizem que é bom ter em casa uma flor branca?

Mentor: O branco seria a paz, é uma cor limpa. Muitas oferendas aquele bom Deus é só com o branco. Quando mexemos com magia pesada, seria o vermelho e o preto. Também aproveitando a esclarecer sobre pontos de certas casas, no pedir, no cobrar, cobrar seria uma moeda sem valor. Como eu vou fazer a caridade, tirando de ti?

Tina: O exu não trabalha de graça, só que ele não entende o valor da moeda, seria para ser cobrado um valor simbólico e é pago em moedas que não tem mais valor. Por exemplo, 3 moedas de 1 centavo seriam colocadas como pagamento. O exu que trabalhou recebeu. No entanto, as pessoas cobram moeda alta e moeda corrente, gerando dividas.

Ari: No Kardecismo nada se cobra, tudo se dá. Mas porque estamos dando nosso tempo de folga para a caridade. Há irmãos que se dedicam por muito tempo e fazem disso uma profissão, então, alguns precisam cobrar para sobreviver. É difícil analisar, não podemos julgar.

Tina: Alguns lugares semeiam que é preciso dar muito, para receber muito. Pratos de comidas fartos. É verdade?

Mentor: Sigam o coração, se ele disser para dar 1, dê 1. Se pedir para dar 10, dê 10. Quanto a oferendas não é necessário muita coisa. Essa é a questão do muito precisa ser pensada, pois, a sobra não pode ser desperdiçada. Por exemplo, se for doada a um próximo que não tem comida, tudo bem.

Diego: As pessoas que fazem trabalhos, que cobram, que pedem oferendas, não são instruídas nesse aspecto?

Ari: Como encarnados somos cheios de defeitos, e do outro lado também. O guia que pede algo pode não ter esclarecimento e precisa ser orientado.

Mentor: Cada casa tem seu orientador. Mesmo as que trabalham na escuridão.

Daniela: Se eu falhar e dar abertura para algo me atrapalhar, depois consigo afastar isso firmando o pensamento e atitudes? Ou a partir do momento que dei brecha não há mais volta?

Mentor: Algumas vezes a situação se complica, caso o trabalho tenha sido feito com energias próprias de quem é o alvo: roupas, fio de cabelo, etc., ou até mesmo pelo rastro. Se olharmos os mais antigos, não os vemos entrando em lugar nenhum e deixando rastro (descalço).

Ari: O importante é saber que a mudança de proposito dá brechas para os mentores protetores, estarem intuindo e encaminhando pra um local que pode aliviar isso. Há sempre a ajuda dos nossos. Temos que guardar nosso orgulho e termos humildade. Não vamos ter medo de trabalhos, vamos cuidar de como nos estamos agindo. Dores nem sempre são magias. Podem ser consequências dos nossos atos. E em nenhuma situação, somos vítimas. Mentor Nunca estamos sozinhos, vamos sempre ser intuídos. A transformação interior é o caminho. Não devemos temer a nada, desde que estejamos com o coração em Deus.

Barueri, 06 de novembro de 2015.

 

 

Grupo Fraterno André Luiz – GFAL

Evangelho do dia: Caritas ­

Caridade, o caminho principal que conduz a Deus. Comentários sobre o Evangelho: Essa passagem mostra que toda dor é aprendizado e tem uma importância na nossa vida. São muitas dores que existem no mundo: pais com dificuldade de sustentar a família, crianças que morrem de fome, viciados, criminosos, idosos sem meio de subsistência, doentes sem tratamento adequado… E o que fazemos em relação a isso? Assim como as diversas dores também há no planeta milhões de pessoas que podem ajudar a amenizar estes sofrimentos. Temos obrigação de tentar ajudar auxiliar e aliviar as dores das pessoas que a gente encontra ou convive. Isso é amor ao próximo: fazer todo o bem que eu possa. Talvez não nos preocupemos como devíamos por não enxergamos esses irmãos. E quem sabe depois desse alerta, algumas situações irão surgir para que possamos ajudar alguém. Falar bom dia, ouvir o outro, dar atenção, sorrir para o próximo, dar um abraço, são forma de ajuda quando agimos com o coração. Fazer uma oração pelo outro talvez seja o maior ato de amor. Vamos buscar orar pelo próximo, deixando de pensar somente em nós. Algumas pessoas tem dores tão grandes, mágoas, revoltas que não conseguem se conectar com Deus. Vamos pensar com carinho nesses irmãos para aproximá­los de Deus que é quem pode ajuda­los. Ao ofertar ajuda lembremos que não deve­se viver a dor do outro. Temos que superar as nossas dificuldades particulares, considerando que a dor é uma oportunidade de crescimento e acerto de dividas desta e outras vidas. Por exemplo, os escravos que muito sofreram foram entre outros, condes, lordes, reis, rainhas, princesas da Europa antiga e por terem humilhado, judiado de seus súditos, reencarnaram para uma vida de escravidão. Nos revoltamos com a escravidão, porém, foi uma experiência importante para estes irmãos que saudaram suas dividas com dores e privações Nada escapa da justiça de Deus. As contas são individuais, ninguém pode pagar por ninguém. Tudo faz parte da evolução. Não somos vítimas, tudo está planejado e acontece do modo mais certo possível Aconteceram ataques terroristas recentes. Estes irmãos bomba, que são influenciados por religiões e iludidos com promessas de conforto após a morte, muito sofrem quando chegam no plano espiritual. Primeiro para juntar os pedaços do períspirito e depois, ao cair na realidade, o sofrimento é grande. E, um dia, irão voltar para se redimir, por exemplo ajudando a salvar milhares de pessoas para compensar as vidas que tiraram e poderão ser: médicos, cientistas, pesquisadores, enfermeiros, bombeiros. Deus é bom e sempre permite que a gente corrija nossos erros e assim vamos tirando a cobrança que paira em nosso subconsciente e passamos a sentir a felicidade. O principal meio de aliviar as dívidas que geramos com os outros é praticando a caridade. Caridade também é aguentar o colega desagradável no trabalho, escutar o chefe se queixar sem razão, tolerar o parente que temos dificuldade de se relacionar, não guardar mágoas… Apesar de não nos acharmos tão capacitados, somos pessoas em quem Jesus acredita. Ele acredita mais em nós do que nós mesmos. Vamos mostrar ao Mestre que Ele esta certo, pensando e agindo diferente para que um dia possamos encontrar com Jesus e olhar em seus olhos dignamente. Ele confia no crescimento de cada um de nós, se estamos vivendo essa vida é porque essa é a hora certa de crescer mais um pouco em moral, inteligência e amor. Vamos retribuir a oportunidade, fazer a diferença na vida das pessoas, e deixar Jesus feliz!

Barueri, 18 de novembro de 2015.

 

Grupo Fraterno André Luiz – GFAL

FELICIDADE E DEVER

A procura da felicidade assemelha-se, no fundo, a uma caçada difícil

Taxando-a por dom, facilmente apreçável,há quem procure entre os mitos do ouro, enferrujando as mais belas faculdades da alma, na fossa da usura;quem a dispute no prazer dos sentidos, acordando no catre da enfermidade;quem lhe suponha a presença na exaltação à dor de extrema desilusão, e quem a busque na retenção do supérfluo, apodrecendo de tédio, em câmaras de preguiça.

 

Não há felicidade, contudo, sem o dever corretamente cumprido.

 

Observa, pois, o dever de que a vida te incumbe.

 

Vê-lo-ás, hora a hora, no quadro das circunstancias.

Na fé que te pede serviço.

No serviço que te roga compreensão.

No ideal que te pede caráter.

No caráter que te roga firmeza.

No exemplo que te pede disciplina.

Na disciplina que te roga humildade.

No lar que te pede renuncia.

Na renuncia que te roga perseverança.

O caminho que te pede cooperação.

Na cooperação que te roga discernimento.

 

Por mais agressivos se façam os empeços da marcha, não te desvies da obrigação que te recomenda o bem de todos, sempre que puderes e quando puderes, seja onde for.

 

Porque te mostres leal a ti mesmo, é possível que a maioria te categorize à conta de ingrato e rebelde, fanático e louco.

 

A maioria, no entanto, nem sempre abraça o direito.

 

Não podemos esquecer que, no instante supremo da Humanidade, ela,  a maioria, estava com Barrabás e contra o Cristo.

 

Cumpre, assim, teu ver, e, tomando a Terra somente o necessário a própria manutenção, de modo a que te não apropries da felicidade dos outros, estarás atingindo a verdadeira felicidade, que fulge sempre, como benção de Deus, na consciência tranquila.

 

Chico Xavier – Emmanuel  – R.E.

Grupo Fraterno André Luiz – GFAL

O HOMEM INTELIGENTE

Em verdade, o homem inteligente não é aquele que apenas calcula,mas sim o que transfunde o próprio raciocínio em emoção para compreender a vida e sublimá-la.

Podendo senhorear as riquezas do mundo, abstém-se do excesso para viver com simplicidade, sem desrespeitar as necessidades alheias.

Guardando o conhecimento superior, não se encastela no orgulho, mas aproxima-se do ignorante para auxiliá-lo e instruir-se.

Dispondo de meios para fazer com que o próximo se lhe escravize ao interesse,trabalha espontaneamente pelo prazer de servir.

E, entesourando virtudes inatacáveis, não se furta à convivência com as vitimas do mal,agindo, sem escarnio ou condenação, para libertá-las do vicio.

 

O homem inteligente,segundo o padrão de Jesus, é aquele que, sendo grande, sabe apequenar-se para ajudar aos que caminham em subnivel,consagrando-se ao bem dos outros, para que os outros lhe partilhem a ascensão para Deus.

R.E. – Chico Xavier – Emmanuel

 

Grupo Fraterno André Luiz – GFAL

Barueri, 11 de novembro de 2015.

Evangelho do dia: O homem no mundo.

Comentários sobre o Evangelho:

Viver sozinho é se privar e toda oportunidade de crescer.

Se você não tem paciência com os outros e quer viver isolado saiba que essa poderá ser uma encarnação perdida ou de pouco crescimento.

A gente precisa se envolver com nossos familiares, colegas de trabalho, etc. Esse relacionamento diário com pessoas que pensam diferente e tem valores distintos, é uma oportunidade de analisar outros pontos de vista, abrir nossa mente e crescer.

Cada um pensa de um modo porque herdamos experiências diferentes de milhares de anos e estamos numa interação com o objetivo de nos darmos bem.

Na família é o meio em que podemos assumir mais acentuadamente nossa personalidade. Por isso, muitas vezes é nesse contexto que há muita divergência.

Muitos filósofos e pensadores defendiam teses de que ficar parado é a pior opção. Logo, o envolvimento que precisamos criar é para não nos acomodarmos.

Quando nos encontrarmos desanimados, desmotivados, vamos lembrar de que estamos em determinada situação para enfrenta-la. Todos os seres desse planeta passam por problemas e todos conseguem superar.

Estamos aqui para crescer e buscar a felicidade, para ter alegrias e prazeres, não para reclamar ou desistir.

A gente acha que porque as coisas não estão acontecendo do jeito que queríamos, Deus não nos atendeu.. Ainda somos infantis nesse ponto, buscando milagres, mágicas, iludidos com um presente do “Papai Noel”. A realidade é que precisamos “correr atrás”.

As pessoas de nossos círculos de convivência são exatamente aquelas com quem precisamos lidar.

Graças a Deus todas pensam diferente e isso enriquece e torna interessante o objetivo de aprender com o outro, ver o lado do outro.

Vivemos em grupo desde a era pré histórica, naquela fase aprendemos que em equipe sobrevivíamos melhor. E desde aquela época tentamos nos relacionar bem, aceitar o outro, perdoar atitudes que não gostamos.

Na nossa família as pessoas não se aceitam todas iguais. Uns gostam mais de uns e menos de outros… isso é comum enquanto estivermos em fase de crescimento

Os irmãos de Jesus o julgavam um desiquilibrado. O relacionamento em família para Ele também não era fácil. No entanto, em nenhum momento discutiu ou ofendeu alguém.

As coisas boas precisam ser postas a frente dos pontos negativos, seja em relação a nos mesmos ou aos outros. Lembrando que nossa avaliação do que é bom ou ruim, é bastante falha.

Jesus anunciou que jogasse a primeira pedra quem nunca havia errado. Então, ao criticar o outro, agimos contra os ensinamentos de Deus.

Vamos nos transformar para estarmos aqui pelos próximos milhões e milhões de anos com mais qualidade de vida. Para que quando voltarmos nesse mundo, ele esteja mais pacifico e amável.

 

Barueri, 11 de novembro de 2015.

 

Grupo Fraterno André Luiz – GFAL

Barueri, 03 de junho de 2015.

Neste dia a leitura do Evangelho contemplou o trecho “Desprendimento dos bens terrenos”.

Comentários sobre o Evangelho: Deus nunca vai deixar seus filhos desemparados. Nunca nenhum de nós vai passar fome ou necessidade se não for importante para nosso crescimento e nosso aprendizado. Precisamos ter mais aceitação. Muitas pessoas não sabem valorizar o que tem ou não tentam perceber o motivo de não ter algumas coisas. Por exemplo, podemos não ter isso ou aquilo porque gastamos mais do que deveríamos ou para passar por um aprendizado. É importante buscar um sentido para o que é vivido, refletindo mais sobre porque temos determinadas necessidades. Muitas pessoas vivem com um salário mínimo e vivem felizes, outras vivem com muito mais e cheias de problemas e dificuldades. O dinheiro pode ser uma ilusão, uma armadilha, um teste para aprendermos a controlar e a gerir. Mais importante do que o dinheiro é nossa saude e o convívio com quem amamos. Em certas situações para ganhar mais precisamos sacrificar relacionamentos. Nenhum de nós tem o dom de saber em que dia acabará sua jornada nesse planeta, nenhum de nós sabe se estará vivo amanhã, daqui 10, 20 ou 30 anos. Amigos e parentes da nossa idade já se foram e mesmo com essa realidade presente queremos juntar mais e mais para um dia usufruir, sem de dar conta de que talvez esse momento não chegue ou que até lá a nossa saúde não será mais a mesma. Muita gente se perde no caminho da busca por dinheiro tentando tirar vantagens e ser mais esperta que os outros. Algumas se matam, outras se corrompem como temos vistos na mídia tantos escândalos de corrupção. Muitos destes corruptos estão sendo julgados e presos, espera­se que com isso percebam que não valeu a pena, até mesmo pelo sofrimento que toda a situação causa aos entes queridos da própria família. Vamos tentar nos transformar e aprender que o dinheiro que não vem bem, não é de Deus. Circunstancias farão com que esse dinheiro suma, e enquanto isso talvez traga infelicidade. Quantos casos de adultérios acontecem porque a pessoa começa a ganhar mais e também quantas separações. Ao adquirir muito dinheiro a maioria se perde ao ponto de alguns se distanciarem dos parentes e amigos pobres. Deus não quer que a gente não tenha dinheiro, mas sim que nos contetemos com o que podemos ter. Também há a realidade de filhos de pessoas ricas se envolverem facilmente com drogas, por ter tempo livre, falta de apoio no lar e recursos de sobra. Isso é muito triste. Vamos pensar e valorizar tudo o que já temos, avaliar se com o superfulo não podemos beneficiar irmãos mais carentes, parentes ou uma instituição, buscando a prática da caridade. Vamos aplicar a caridade. Há pessoas que ganham um salário mínimo e ainda dividem sua comida. E há quem tenha muito mais e não divida. No materialismo sempre nos perdemos. A tal necessidade de afirmação, de querer e ter mais e mais e de colocar os que não tem num segundo escalão. Vamos tentar criar limites refletindo sobre como podemos ajudar o próximo. Por exemplo, venda seu carro velho por um bom preço para um parente que precisa ao invés de querer vender pelo preço mais alto. Sinta nas boas ações a presença de Deus, a presença de Jesus, amando ao próximo. Nunca vamos passar fome se não for o programado. E se tivermos que lidar com essa prova por mais recursos que juntemos, vamos perder tudo e vamos passar. Não escapamos do que esta traçado como aprendizado, mesmo que seja pelo sofrimento. Nestas situações é preciso ter resignação de aceitar. Muitas vezes culpamos Deus, o destino, daquilo que fazemos com nós mesmos. A maioria das coisas não dão certo por nossa imprudência, não pela vontade de Deus. Vamos repensar na certeza de que temos o que devemos ter, confiando em Deus e cientes de que se nos esforçarmos e tivermos merecimento, conseguiremos as coisas, sem deixar de pensar naqueles que estão ao nosso lado, precisando de auxilio. Cada centavo que doamos de coração nunca vai fazer falta e cada centavo que negarmos, faltará. O pão nunca faltará desde que a gente faça a nossa parte. Vamos viver tendo pensamentos melhores, atitudes melhores. Estamos na Terra para vencer o orgulho, materialismo, egoísmo. Tudo esta relacionado. Vejam Gandhi, Madre Tereza, Irmã Dulce, são grandes exemplos de desprendimento do material, e nenhum deles foi infeliz por isso. Pelo contrario, foram mais felizes e terão existências muito mais maravilhosas. Vamos para o plano espiritual e percebemos o quanto deixamos de fazer pelas pessoas e o daí vem arrependimento. Busquemos evitar essas dores e frustrações nos preparando para retornar ao plano espiritual de consciência limpa. A vida é tão pequena diante da existência de milhões de anos que não vale a pena nesse instante fazermos tantas atrocidades. Se por enquanto não esta bom, vamos buscar merecer mais harmonia e equilíbrio na próxima etapa. Nosso mundo esta constantemente em evolução e se modernizando. A Televisão tem menos de 100 anos. O mundo muda rápido e nós espíritos também precisamos acompanhar essa transformação. Se ficarmos para trás vamos recomeçar a jornada em outros planetas, outros mundos vivendo em guerras e dores. Temos que fazer parte do crescimento nas nossas melhorias morais, vivendo cada vez mais de acordo com os ensinamentos de Jesus, valorizando o que eu temos sem cobiçar o que não temos. Reclamamos de doenças, dificuldades, etc. sendo que estávamos há 50, 100, 200 anos ou mais no plano espiritual pedindo essa oportunidade de aprendizado. Vamos viver de um modo melhor!

Grupo Fraterno André Luiz – GFAL

Barueri, 29 de maio de 2015.

Reunião com mentores
Tema: Como entender as orientações espirituais

Conteúdo:

Foi iniciada a reunião com seguinte exemplo: uma pessoa foi a casa espírita e os mentores passaram orientações sobre o relacionamento que ela vivia; dando a entender que não era o melhor para ela, mas, sem dizer exatamente o que deveria ser feito. Afinal, em todo contato é respeitado o livre arbítrio. No entanto, a pessoa recebeu muitos alertas. Essa mesma pessoa foi numa cartomante confiável e perguntou de novo sobre o relacionamento, momento em que foi dito a ela que poderia perdurar, mas com muita dor, sacrifício e esforço. A pessoa decidiu largar o espiritismo e tudo mais para conviver com a outra pessoa. E vemos dores começando e dores a caminho. Diante dessa historia, os mentores foram consultados e explicaram que tudo aconteceu porque a pessoa escutou o que foi dito, mas não refletiu a respeito. Ela pode se relacionar com a outra pessoa e ajudá­la a crescer, porém, vai sofrer muito e até adquirir méritos se superar estes obstáculos. O propósito era a pessoa ajudar a outra não sendo submissa, mas sim, se posicionando e levando o outro para o lado bom da vida por meio da mudança de comportamentos. Essa outra pessoa ganha dinheiro tirando proveitos de negociatas e foi mostrado que ela poderia ajudar nesse sentido de fazer o outro abrir mão da ganância, pelo amor.

Situações parecidas acontecem em muitos lugares. As pessoas conversam com os mentores, entendem diferente, agem diferente e as vezes até culpam os mentores depois.

É importante orientarmos as pessoas que passaram por orientação a refletir detalhadamente sobre cada palavra dita, porque eles não entram em detalhes.

Irmão Mário:

Vim com a missão de contribuir com entendimento de todos.

Cada irmão, conforme seu merecimento, deve refletir sobre o que esta se passando e então verão que cada um precisa de uma transformação vinda do coração.

Todos erram e um dia isso vai cessar. Até lá, cabe a cada um seguir a risca os mandamentos daquele bom Deus que esta sempre alerta com seus filhos, sempre querendo o crescimento.

Todos estamos num mundo de provação e a cada provação é dado o merecimento de cada filho. Não devemos estacionar. Sempre persistir em cada objetivo. Se você tiver um objetivo para o crescimento, para o bem, vai ser fluido naturalmente.

É preciso parar de lamentar porque nosso bom Deus sabe o que seu filho precisa, sabe acolher a cada choro, cada lagrima.

As vezes passamos por um caminho de espinhos e vai doer mas a alegria esta lá na frente; basta termos a vontade de não nos espinharmos de novo.

Ari:

Muitas vezes conversamos com mentores e fazemos perguntas do que esta previsto. E com as respostas obtidas nos enchemos de esperança, mas também ficamos aliviados e tranquilos… Tão relaxados que deixamos de lutar para que as coisas aconteçam.

Por exemplo: pessoa esta desempregada, e recebe informação de que vai aparecer uma boa oportunidade. Então, ela decide esperar em casa por uma ligação e deixa de correr atrás.

Irmão Mário:

Cabe a cada um o discernimento de ter o coração aberto para receber a graça, sabendo que todos os filhos do bom Deus são merecedores. Para alguns é dado mais e para outros é dado menos. Tudo é pelo seu crescimento evolutivo.

Livre arbítrio é essencial. As vezes nos deixamos dominar por maus pensamentos. O nosso bom Deus tem a misericórdia de nos dar oportunidades para podermos ressarcir o que não foi feito.

Nessa orbita que vivem, todos irão crescer mas diante de cada coração. Um coração puro e limpo. Imaginem como fica uma pessoa quando passa por uma humilhação. Imaginem aquele coração sendo humilhado e aguentando calado. Os humilhados serão exaltados. E depois os que pisaram pensarão: o que eu fiz para merecer?

Ari:

Temos escutado ultimamente falar muito em regressão de vidas e na maioria das vezes essa regressões são feitas por consultas de mentores. Muitos descobrem que foram Reis, Rainhas, Príncipes. Ninguém foi escravo, colono, lavrador, etc.

Essas informações não são importantes. Se tivéssemos acesso a tudo que já fizemos em outras vidas, poderíamos enlouquecer.

Irmão Mário:

Isso vem exatamente a por em prova cada um. O que diria cada um do que foi feito ou foi deixado de fazer? Nesse coração limpo você iria dizer que falhou muito, deixou a ver a fé quando o filho do Pai veio?

Jesus não lastimou. Só pedia ao Pai que aliviasse o sofrimento porque ele já sabia tudo o que iria acontecer.

Se para cada filho fosse dada a liberdade de ver o que se foi feito, iriam parar e ficar um bom tempo só meditando. Isso mostra o quando aquele bom Deus tem a misericórdia. Ele esta de braço abertos para cada filho. Ele sempre acreditou no crescimento de todos.

Ao falarem do anjo da guarda:

Todos os dias, todos os atos, todas as desavenças que fazemos alegram ou entristecem, mas, ele sempre esta apoiando e orando pelo crescimento. Se hoje tu passa por uma provação forte é porque lá atrás teve um causa O que não se pode é lamentar, se cobrar sendo que a solução mais fácil esta dentro de cada um. Dentro das ações, dentro do coração.

A reforma intima é difícil, mas se não dermos o primeiro passo, sempre estaremos apagando aquela luz que esta sempre acesa entre nós.

Ari:

Quando os mentores falam de datas, como interprestar se sabemos que a contagem do tempo é diferente entre os planos?

Irmão Mário:

É estipulada data para cada acontecimento em cada vida. Posso lhe dar uma data próxima, mas isso pode vir em instantes, dependendo do íntimo da pessoa.

As vezes acontecem coisas nunca imaginadas pois são o merecimento de cada um. Tanto as dores são para o crescimento no coração. Sempre que tivermos dores ou alegrias estenderemos as nossas mãos para o céu e agradeceremos ao bom Deus.

As vezes a mesa é farta, mas o pensamento é sobre como esta a mesa mais farta dos outros. Repartir o pão é um gesto muito sublime, as vezes é colocado no caminho de cada um o auxilio ao próximo. Aquele bom Deus sempre põe no seu caminho o que é possível fazer. Muitos filhos confundem a caridade do dinheiro com a caridade do coração.

Ari:

Muitos médiuns tem um contato mais estreito com seus mentores, protetores e as vezes eles pedem para que o médium faça algumas coisas para se purificar. No entanto, acham que não é necessário.

Irmão Mário:

Para cada filho quando se vem ao mundo é dada sua tarefa, sua missão. A sua missão não é igual do outro. Quando você se põe a seguir a sua missão fazendo o bem, sempre é dado o estimulo daquele bom Deus. As vezes os que a rodeiam aqueles nossos irmãos não satisfeitos tentam sempre ter a discórdia. As pessoas têm dons diferentes, mas nada que impossibilite dessa corrente nascer fruto bom. As nossas mãos nunca são iguais a dos outros. Diante da fé, da confiança naquele bom Deus, seguimos a nossa estrada independente dos espinhos que tem ou não, doer pode doer, mas a vitória esta lá na frente com nosso bom Deus.

Para cada um é dado um dom basta todos pararem, refletirem e sempre levando o pensamento ao bom Deus, pedindo que Ele transforme cada um num instrumento da sua obra. A muitos são dados os dons mas dependendo do livre arbítrio pode ser tirado. Deus não dá dom para ser usado contra o próximo. É para ser usado para a melhoria de cada um. São postas a cada um, uma religião que lhe cabe ter o aprendizado. Tanto numa casa espirita como numa evangélica, estarão os bons espíritos para poder florir o coração de cada um.

Ari:

Porque temos que fazer algumas proteções quando é solicitado? Algumas pessoas pensam: Deus tem que cuidar de mim, se eu estou cuidando das pessoas. Podem ter irmãos descontentes com o que estamos fazendo e nossas energias tem muitas brechas?

Irmão Mário:

Exatamente, quando é dada uma missão para um filho, é em função não de um todo. Porque o grau daquele filho já esta tendo uma evolução. É dada a cada filho a arma para poder combater o mal. Não fazendo o mal,

cada filho planta sua raiz, aquela raiz que vai germinar, e que precisa ser aguada para mandar bons frutos. Muita coisa é ensinada pros filhos em intuição, em sonhos, conforme seu merecimento. Procure ver muitas situações difíceis que cada um pode ter presenciado. Sempre acontece uma coisa impedindo senão tivermos a fé naquele bom Deus. Muitos são alertados por intuições mas não dão ouvido. As vezes um mentor pode ser até bruto, falar coisas que não gostaríamos de escutar, mas ele esta fazendo porque ele quer o despertar daquele filho, para que ele possa ter o crescimento. Tem muitas coisas que há de se compreender, tem muito mistério. E é solucionado, conforme o grau evolutivo. Sabemos que o que se vai é só a carne. O espirito continua vivo.

Joel:
O anjo da guarda é diferente dos protetores?

Ari:

Sim, anjo da guarda é um acompanhante pela vida toda, as vezes, mais de uma vida. É como uma mãe, sempre tentando intuir pensamentos desde que a gente mantenha nossas vibrações. O grande problema esta na sintonia que criamos e por isso não conseguimos nos conectar com o anjo, mas com coisas negativas. Ele nos assiste e esta sempre pronto para auxiliar, quando puder. O livre arbítrio é nosso, se ele impedir nossos sofrimentos, também vai impedir nosso crescimento. Ele pode dar apoio, ideias, mas, não pode aliviar o que nos causamos ou que precisamos passar.

Irmão Mário:

Imaginem tendo a missão de acertar um galho torto sabendo que é possível mediante a sua fé. Mas ele não desiste, ele sempre esta torcendo para o crescimento daquele filho, é uma missão muito singela, dádiva de Deus. Temos uma grande torcida por nós no plano espiritual, nossos entes queridos que quando se foram tiveram suas falhas, mas com a persistência e o arrependimento de coração, começam ver seus

pontos certos, seus pontos errados, e também torcem pelos entes queridos.

Tina:

O irmão falou que temos intuições do que é preciso ser feito. Como ter certeza que é nosso mentor que esta intuindo e se estamos na direção certa?

Irmão Mário:

Os mentores sempre tem uma dádiva de conversar com os filhos, pelo coração. É sentido em cada mensagem o que é real. Quando se sente coisa estranhas no coração da pra perceber, por isso, teremos que sempre estar com elevação, com o coração sempre junto ao nosso bom Deus para que ele mostre para nos. Já aconteceu do coração se trancar? Pedindo pra não fazer?

Tina:
Quando tiver duvidas, o que fazer?

Irmão Mário:

Peça a Deus que tire essa duvida, por misericórdia. As vezes pelo sonho, ate mesmo um irmão mais próximo poderá retirar a duvida.

Ari:

Importante nos alertarmos: como nos preparamos para dormir? Como estão nossos pensamentos, nossas energias, nossas sintonias? Isso age na mente e no deslocamento para locais com os quais nos sintonizamos. Pode ter alguém querendo passar um conselho, mas não vamos conseguir contato se não buscarmos ter um sono tranquilo.

Irmão Mário:

Peço a cada filho que pensem sobre tudo que foi dito, que eu possa ter esclarecido a todos da melhor maneira possível. Eu peço sempre que deem graças aquele bom Deus, pelo ar que respiram, por poder levantar, poder caminhar, poder ver o sol, sentir a chuva, sentir o vento, sempre elevar aquele bom Deus e lhe agradecer. Muitas vezes esquecemos de agradecer. Muitas vezes esquecemos de olhar para trás, para o lado, as vezes só olhamos para frente e para nós mesmos.

Grupo Fraterno André Luiz – GFAL

Barueri, 16 de maio de 2015.

Neste dia a leitura do Evangelho contemplou o trecho “A virtude”.

Comentários sobre o Evangelho:

A pessoa de bem, a pessoa virtuosa é aquela que só tem boas atitudes, bons comportamentos. É um ser que um dia seremos, é uma meta para nós.

O maior exemplo de virtude é Jesus.

Este conceito nos alerta pois, queremos fazer o bem ao outro dando nosso melhor mas, somos limitados devido ao nosso orgulho e nossa vaidade.

Muitas pessoas têm bons comportamentos e fazem boas ações, no entanto, aproveitam algumas situações para se glorificar e se mostrar. O bem é feito neste caso por pura vaidade.

Essa necessidade de ser reconhecido vai contra a teoria da virtude, ela existe porque dentro de nós temos complexos de inferioridade e nos apoiamos nessas ações para mostrar à sociedade que fazemos coisas boas e assim sermos vistos de forma diferente.

Uma das principais regras da caridade consiste em ajudar o próximo sem contar a ninguém, fazendo apenas porque nosso coração pediu.

Vamos lembrar que todos nós estamos nesse planeta para nosso crescimento, temos uma série de defeitos a serem corrigidos, assim como, temos muitas coisas boas dentro de nós que as vezes não enxergamos. É importante nos conhecermos mais tanto em relação aos fatores positivos quanto aos negativos.

Pode acontecer de contarmos nossas boas ações e isso chegar até a pessoa ajudada fazendo com que ela se sinta humilhada, gerando traumas à essa pessoa.

Devemos sempre nos preocupar em fazer com que a pessoa que auxiliamos não se sinta inferior a nós devido a essa ajuda. Mas sim, que ela sinta uma espontaneidade em nossa atitude.

Vamos refletir sobre que virtudes estamos desenvolvendo dentro de nós. Queremos ser caridosos mas, adoramos falar mal dos outros e isso não é ser virtuoso. Ou então, adoramos uma pessoa, mas ficamos falando dos pontos negativos dela. Esses exemplos nos mostram que precisamos deixar de sermos críticos pois, na maioria das vezes essa é nossa especialidade.

Jesus nunca julgou.

Muitas vezes falamos mal de alguém porque a pessoa nos incomoda em seu jeito de ser, talvez porque queremos ser como ela.

Também não podemos esquecer que em estágios anteriores de evolução já erramos muito e não devemos julgar, provavelmente já fizemos igual ou pior.

Se fossemos tão preparados como pensamos quando resolvemos na teoria o problema do outro, seriamos somente felizes e estaríamos exercendo a caridade e não passando por aprendizados.

Nosso pensamento desiquilibrado, nossa ideia de ser juiz da vida atrapalha muito.

Alegamos que um irmão é viciado sem conhecer a historia por trás de tudo e sem refletir que tudo acontece como tem que ser.

O tempo que usamos para criticar nos faz perder oportunidades de crescimento. Nos ligamos em coisas negativas ao invés de sonhar com coisas boas para nossa vida, recordar bons momentos com parentes ou amigos.

Às vezes precisamos de um álbum de fotos para nossa mente remeter aos acontecimentos positivos, porque estamos condicionados a gravar as coisas negativas. Estamos nesse planeta para prender a mudar isso, estudando mais o Evangelho e as Leis de Deus, para iniciarmos uma transformação e mudarmos nossa sintonia, tentando sermos mais felizes e levar mais as coisas na esportiva.

E com paciência sermos felizes independente das dificuldades.

Não construímos nada contando vantagens. Como no Evangelho “que a mão direita não saiba o que fez a esquerda”. Só o que importa é nossa consciência

tranquila, de que não perdemos oportunidades de vivermos felicidades e passarmos alegria para todos a nossa volta.

Comentários negativos tem graves consequências, as energias atingem a pessoa que é alvo da maledicência e tudo ao nosso redor. Ao passo que se falarmos e agirmos positivamente, só vamos atrair coisas boas e nos sentiremos bem.

Existem muitas histórias de irmãos espiritas que viveram décadas seguindo o espiritismo, fazendo doações e que ao chegarem no outro plano se encontram em locais nada agradáveis, com dores e sofrimentos.

E percebem que fizeram muitas coisas positivas, mais ainda também negativas. Se quisermos ir para lugares mais felizes precisamos ter ciência de que estamos agora construindo nosso futuro.

Vamos então construir um mundo de virtudes.

Vamos controlar nossa língua e nossa mente, porque 70 % das dores e sofrimentos são causadas pelas palavras erradas que proferimos.

Quando formos em uma festa por exemplo, vamos sair de lá falando sobre as coisas boas, ignorar as ruins.

Aceitar as pessoas como elas são é algo que temos que aprender, desenvolvendo a humildade de saber que todos somos imperfeitos, nos igualando aos 40 Bilhões de espíritos que estão no planeta Terra. Caso contrário, estaríamos em mundos mais evoluídos.

Grupo Fraterno André Luiz – GFAL

Barueri, 20 de maio de 2015.

Neste dia a leitura do Evangelho contemplou o trecho “Não vim trazer a paz, mas a divisão.”

Comentários sobre o Evangelho:

Voltando a época de Jesus, recordemos que Ele chegou num país que era dominado pelos Romanos, a um povo que se dizia o herdeiro do mundo e mostrou o ensinamento do amor.

Nos assustamos quando ouvimos falar que Jesus veio trazer a discórdia, e realmente Ele veio trazer isso, porque na medida em que começou a disseminar seus ensinamentos, pessoas passaram a confiar Nele e outras continuaram seguindo o Judaísmo. Até mesmo parentes de Jesus continuaram seguindo os ensinamentos de Moisés e não o aceitavam.

A discórdia é necessária para as pessoas se entenderem. Faz parte do processo de transformação. Acontece nos dias de hoje entre as várias religiões existentes.

Jesus nasceu em meio ao povo Judeu que até hoje não aceita Jesus. Os judeus esperam um messias, um santo guerreiro que conquistará o mundo para eles. Porém, Jesus veio conquistar o mundo do amor que eles não aceitam. Um dia essas pessoas irão compreender as coisas. Com certeza em novas encarnações terão essa oportunidade como seguidores de outras religiões.

Tradições antigas são muito cômodas e por essa razão possuem muitos seguidores. Algumas pessoas acreditam que podem matar, roubar, cometer adultério, etc. e depois basta ir a um padre e confessar alguns pecados, depois fazer as orações recomendadas e a absolvição acontece.

Jesus não absolvia ninguém de pecados. Para muitos que foram curados, Jesus dizia: “Vá e não peques mais.”

Os povos preferem se acomodar em teorias que não mexem com a vaidade, com a ganância, com o lado material porque o difícil é tomar atitudes contra a vaidade.

Muitas religiões não acreditam em reencarnação e no mundo espiritual e, criticam com frequência os espíritos dos mortos. Esse é um discurso incoerente se pensarmos que os Santos da igreja são espíritos dos mortos. As pessoas não raciocinam; vão aos locais religiosos e de lá seguem para festas e tudo que foi dito no templo, igreja, etc. não importa mais.

A vida de fato continua, e o que a gente faz, a gente paga. Deus não perdoa, Ele concede oportunidade de repararmos os nossos erros. Precisamos assimilar o que incomoda e machuca. A partir do momento que sentirmos algumas sensações na pele, vamos gravar que aquilo não é bom.

Um dia voltaremos a conviver com nossos entes queridos e também com todos aqueles que nós prejudicamos. A próxima vida será continuação dessa. Porém, os que têm algo contra nós irão nos cobrar com mais facilidade. Vemos em muitos depoimentos de irmãos que estão noutro plano, sobre o quanto é dolorosa a verdade que encontram do outro lado.

Não temos para onde fugir, vamos sempre precisar encarar as consequências dos nossos atos. Atos que conseguimos acobertar aqui, do outro lado ficarão transparentes para quem ofendemos ou prejudicamos. Diante disso, vamos rever o que queremos levar dessa vida para o outro plano.

Precisamos nos preparar, cuidarmos dos pensamentos e das atitudes.

Vamos tentar mostrar para as tantas pessoas que nos cobram “dívidas”, que nos perseguem em busca de justiça, que estamos tentando nos melhorar.

Nós não estamos nesse mundo por acaso. Estamos tendo oportunidade de entendermos muitas coisas, certamente porque o plano espiritual acredita em nossa transformação. Não somos espiritualistas por acaso, significa que estamos preparados para compreendermos e começarmos a mudança interior. Precisamos agradecer a Deus essa chance.

Vamos colocar em nossas orações todos aqueles que prejudicamos nessa e nas vidas passadas, vamos pedir perdão à essas pessoas.

As dores e dificuldades que passamos podem ter sido geradas nessa vida ou em existências anteriores. Um problema de estomago por exemplo, pode significar que na existência passada levamos uma vida desregrada de bebidas e comidas ou que matamos alguém colocando veneno na comida aos poucos para que essa pessoa não nos atrapalhasse por ganancia, ou outras situações. E do mesmo jeito que fizemos alguém sofrer, cedo ou tarde sofremos também.

A Lei de Deus é universal, vale na Terra e em todos os outros planetas do Universo.

Para compensar os muitos erros que já cometemos, devemos praticar a caridade.

Ao levarmos um prato de sopa para alguém numa favela, pode ser que aquela pessoa em dificuldade seja quem fizemos passar fome e neste momento começamos a nos redimir desse erro.

Superior a caridade é a transformação, querer ser melhor, entender e compreender os irmãos que passam dificuldades, orar por eles.

Já superamos a fase da briga entre famílias por causa de religião. Algumas pessoas gostariam de estudar mais o espiritismo, mas por preconceito da família não o fazem.

Não temos que viver como ensina o espiritismo, mas, sim como Jesus ensinou. O espiritismo apenas tenta nos fazer entender melhor os recados e ensinamentos.

Independente da religião que cada um irá seguir, o importante é lembrarmos sempre: amar o próximo como a si mesmo e a Deus sobre todas as coisas.

Vai chegar o momento, em que vamos constatar que muitos acontecimentos, foram preparados pelo plano espiritual para nos direcionar para onde deveríamos chegar.

Grupo Fraterno André Luiz – GFAL

Barueri, 27 de maio de 2015.

Neste dia a leitura do Evangelho contemplou o trecho “A virtude ­ A virtude em seu mais alto grau comporta o conjunto de todas as qualidades essenciais que constituem o homem de bem: ser bom, caridoso, laborioso, moderado, modesto, são qualidades no homem virtuoso.”.

Comentários sobre o Evangelho:

Essas são as virtudes que um dia teremos por completo, ainda não conseguimos praticar isso porque temos algumas tendências negativas.

Como podemos ser bondosos se criticamos o outro, é um exemplo que nos mostra que teremos uma jornada longa, até alcançar a bondade plena e todas as outras virtudes.

Os irmãos citados no Evangelho: São Vicente de Paula e Cura D’Ars eram virtuosos porque tinham todas as características e, principalmente porque não se julgavam virtuosos.

De nada adiante temos boas atitudes e contarmos para os outros. Fazendo isso, não estamos tendo humildade.

Temos que fazer sempre o nosso melhor e assim, um dia conseguiremos ser bons como as pessoas virtuosas. Por enquanto, estamos na Terra para aprender e fazer com que o bem vença o mal.

A pessoa boa não guarda mágoas, não se chateia e tenta ajudar as pessoas sempre que precisam. Esses são os sentimentos que precisamos tentar fazer crescer dentro de nós.

Os relacionamentos familiares geram muitos conflitos. Precisamos ter clareza de saber que estamos naquele circulo de convívio propositalmente. Aos poucos, com bondade e esforço, vamos evitar atritos e tornar nossa família mais unida e feliz.

Vamos confiar em Deus e no plano espiritual. Eles sabem o que é certo melhor que nós e, se permitem que a gente passe por algumas situações, eles sabem o motivo e nós não.

Não podemos ficar bravos com Deus porque não conhecermos nossa história desde o principio. Se conhecêssemos, daríamos graças por passarmos pelas dificuldades com as quais nos deparamos pois, todas elas são bênçãos para nosso aprendizado e para acerto de contas.

Somos pessoas com defeito, amadas por Deus. Ele acredita em nós. O plano espiritual quando permitiu essa existência, tinha certeza de que iriamos progredir e voltar para lá melhores do que viemos.

Depende de nós querermos ser melhores e aprendermos a amarmos o próximo, sem julgar, somente o vendo como nosso irmão, irmão de Jesus e filho de Deus como nós.

Vamos agir de forma que Jesus sinta orgulho em nos ter como irmãos. Ele conhece nosso intimo, nossos traumas e dificuldades, mas, ao mesmo tempo sabe que vamos vencer todos esses revezes.

Jesus já passou por muitas encarnações, errou, aprendeu, evoluiu a ponto de criar e conduzir um planeta com bilhões de pessoas. Nosso irmão fez tudo isso. E se Ele conseguiu, nós também conseguiremos. E durante esse processo depende de nós usarmos o amor e bloquearmos nossos instintos e nosso lado negativo.

Fazer a bondade é essencial e não contar vantagens depois, é tão importante quanto. Assim, vencemos nosso orgulho.

O planeta esta em evolução. Há muita ruindade sim mas, também há muita bondade. Não conhecemos muitas boas ações, por darmos ênfase as coisas negativas e também pelos virtuosos humildes que não divulgam seus trabalhos. Estas pessoas boas, com sua vontade, equilibram as energias do nosso planeta.

Recentemente vemos muitos escândalos políticos. Graças a Deus muitas coisas estão vindo a tona. Esses crimes sempre existiram. A partir de agora muito vai mudar. Nada é de um dia para o outro, mas é um começo de transformação, nada fica oculto.

Imaginem as famílias destes políticos que foram incriminados, pais, filhos, esposa, e outros… Como se sentem? Com certeza vão repensar muitas atitudes.

A mão de Deus esta agindo. Tudo se transforma a cada dia para melhor.

Não precisamos nos preocupar em criticar ou dar o troco, a justiça Divina atua na hora certa.

O planeta Terra esta num ciclo de transformações para que a bondade prevaleça.

Irmãos que agem de modo negativo, estão tendo a oportunidade de viver nesse século, para mudarem de atitude, se transformarem e, aqueles que não aproveitarem a chance, poderão passar a viver em outros planetas em situações piores, aqueles que se melhorarem terão chance de voltar e continuar a evoluir.

Vamos fazer nossa parte, acreditando que tudo acontece para nossa melhoria e tentando exercitar as virtudes, o amor, a ajuda ao próximo. Assim nos transformaremos, com o propósito da vontade de fazer com que esse planeta seja mais feliz.

Só seremos completamente felizes quando todos ao nosso redor também estiverem.

Grupo Fraterno André Luiz – GFAL

Barueri, 15 de abril de 2015.

Neste dia a leitura do Evangelho contemplou o trecho “… convidar os pobres e os estropiados…quando fizerdes um festim convidar para ele os pobres… E estarei felizes porque vô­los não tereis meios para retribuir. …” Comentários sobre o Evangelho: Esse trecho do Evangelho serve para refletirmos sobre a importância de compartilharmos com aqueles que necessitam. Nós ainda temos o hábito de dividir momentos com a nossa família e de preferencia aqueles que estão no mesmo nível econômico que nós. A maioria assim que cresce um pouco financeiramente, esquece do resto dos parentes. Aqueles primos, amigos, tios, que levam uma vida mais dura e sofrida. Precisamos ter cuidado com essa tendência de fazermos festas somente para os que convivem com a gente, encontros que acontecem a cada semana na casa de um visando os prazeres materiais, zelando pelos relacionamentos que achamos que são importantes na Terra. O que oferecemos para Deus nestas festas? E ainda renegamos aqueles que não tem roupa ou que moram longe e não tem condução, aqueles que tem vergonha de irmos a casa delas. Vamos pensar se temos na família pessoas assim e vamos agir diferente, trazê­los um dia na nossa casa, ou ao contrário, leva­los para comer em algum lugar. Para que sintam que nos importamos com eles também, e que se eles não tem roupas bonitas, a gente não liga para isso. Jesus não ficava somente junto de seus apóstolos. Ele participava nas casas das pessoas e com todas que cruzavam seu caminho. Vamos tentar entender que algumas pessoas precisam de um tempo com a gente, daquele carinho, daquele amor. Não sabemos se numa próxima vida faremos parte dessa família, se vamos ser renegados pelos outros. Somos todos iguais! Depois de tantas guerras e de matarem tantos reis e príncipes, descobriu­se que nem os reis tem sangue azul e porque queremos nos fazer diferentes? Porque nos julgamos superiores? Pode ser que as pessoas que menosprezamos tenham muito a ensinar pra gente. Talvez sejam mais lutadores, tenham mais fibra, mais disposição do que a gente, porque enfrentam uma vida que poderíamos não conseguir encarar. Vamos pensar e tentar não esquecer dos que conviveram com a gente, como por exemplo, amigos que não cresceram economicamente como nós. Se os abandamos, qual será o motivo? Nos julgamos superiores? Na realidade a gente tem da mesma forma traumas, medos, inseguranças, complexos, a gente não é melhor… Podemos ter tido oportunidades diferentes na vida, pra crescermos e não para nos sentirmos superiores, humilharmos e abandonarmos as pessoas. O que estamos fazendo por aqueles que a gente foi esquecendo no meio do caminho? Não conversamos mais, fomos deixando a pessoa seguir a vida, raramente telefonamos, mas, no dia de um enterro todos se encontram. Vamos dedicar um dia para visitar essas pessoas que conviveram com a gente e estão precisando uma atenção, eles ficarão felizes em se sentirem lembrados e valorizados, em poder oferecer aquele cafezinho de coador de pano e que a gente vai achar mais gostoso pois foi feito com amor. Se nós queremos seguir os ensinamentos de Jesus, vamos tentar amar mais nosso próximo mais distante, dos quais a gente se distanciou e também aqueles que pensam diferente e de quem a gente se isola. Fazemos uma reunião de família onde fala­se bem de poucos e mal de muitos. Será que são dessas reuniões que nosso anjo da guarda sai contente? Ou saem frustrados com a nossa vaidade, soberba, orgulho, etc. Nunca estamos sozinhos, estamos cheios de irmãos nos acompanhando. Eles estão ali vendo o que a gente faz de bom e vendo quando persistimos nos erros, falhas nossas de algumas gerações e que viemos de novo tentar mudar um pouquinho. Não estamos no planeta Terra para turismo, mas para aprender a amar as pessoas. Nosso país esta entrando em uma fase de problemas e dificuldades, muita gente perdendo o emprego, muitos negócios andando para traz, economistas sugerindo aos trabalhadores que levem marmita para não pagar 25 reais por um almoço e com isso mais um monte de gente fica desempregada, mais um monte de restaurantes fecham. Precisamos de muita firmeza, fé e muito da ajuda das pessoas para percebermos oportunidades e também para nos dar animo, para nos apoiar se a gente perder o emprego ou algo do tipo. Vamos ajudar! Quem sabe um dia vamos precisar de ajuda. O mundo não é um paraíso, é o local de crescimento, e para atingirmos nossos objetivos precisamos passar por algumas situações mais difíceis, para repensar, analisar, sentir o quanto dói, e justamente ao fazer isso percebemos que não podemos fazer ao outro o que aconteceu conosco e não gostamos. A gente cresce pelas dores do aprendizado. São as dificuldades da vida que nos impulsionam. Vamos estar preparados e buscar a união na nossa família, círculo de amigos, etc. Não vamos querer nos colocar por cima deles, vamos trata­los com carinho, com bondade, com respeito, como iguais. Isso faz toda a diferença. Principalmente em relação as pessoas mais carentes, calejadas de sofrimento. É isso que o evangelho nos pede. Quando nos deparamos com uma dor ou dificuldade sempre pedimos a ajuda de Deus, dos Santos, nos amigos espirituais… Será que a ajuda é merecida? Tratei bem meu irmão? Ou deixei ele se virar sozinho? Nossos protetores espirituais vão nos ajudar mas, o primeiro requisito é ter merecimento, e ele a gente adquire fazendo transformações morais no nosso comportamento e ajudando a quem mais precisa: viciados em drogas, criminosos, mendigos. Ajudar essas pessoas é deixar Deus extremamente feliz. Porque ajudamos a transformar o mundo num lugar melhor e quando precisarmos, pediremos ajuda para entender e superar os problemas. Lembrando: Deus não resolve, ele nos ajuda a resolver. E para merecer temos que seguir os ensinamentos de Jesus e praticar a verdadeira caridade. O evangelho traz essa mensagem: faça a caridade, não importa para quem é. Estaremos fazendo como Jesus. Na dúvida, pense: Como Jesus faria? E a resposta certa vai surgir.

Estudo do Evangelho

Barueri, 25 de março de 2015.

Neste dia a leitura do Evangelho se iniciou com a mensagem: “Não julgueis a fim de que não sejais julgado, aquele que estiver sem pecado, lhe atire a primeira pedra”. Comentários a cerca do Evangelho: Esse trecho sobre Maria de Madalena que era adultera é bastante conhecido. Não só as religiões ensinam isso, também faz parte da moral que se ensina às crianças. Porque por mais que uma pessoa esteja errada aos nossos olhos, precisamos lembrar que estamos vendo sob nossa ótica de certo e errado e sem perceber julgamos, mesmo que seja apenas em pensamento. Temos uma tendência de julgar, sabemos que o feio e o belo não existem, o certo e o errado não existem, o que existe é a nossa maneira de interpretar. Diante da resposta de Jesus a gente aprende que se olharmos as pessoas e nos colocarmos no lugar dela, teremos uma outra impressão. Não praticamos essa capacidade, mas precisamos exercitar. O Espiritismo ensina sempre a caridade, e muitas pessoas se envolvem em ações de doações. Ao ajudar mendigos muita gente pensa: “Puxa, que rapaz forte, porque ele não vai trabalhar?” ou então em relação a mulheres pobres e gravidas pensamos para que colocar mais um filho no mundo se ela não tem condições? Este tipo de pensamento é puro julgamento. Sempre há uma historia por traz, assassinatos na família, casos de estupro, etc., dificuldades pelas quais essas pessoas passaram ou passam. E, somente nos colocando no lugar delas, somos capazes de entender o posicionamento de Jesus. Ele era tão evoluído que não precisa saber sobre a vida das pessoas para ter certeza de há um motivo para cada situação. Devemos fazer o bem sem questionar, imaginar que talvez muitas pessoas não conheçam o lado do bem. Muitas decepções são difíceis de lidar. Precisamos ser fortalecidos em nossos pensamentos para não julgar. Todos estão num caminho de evolução e, mesmo que estivermos um passo a frente de outra pessoa, devemos lembrar que já fomos piores, podemos já ter matado, roubado, e estamos todos buscando ser melhores. Deus fez todos nós puros e ignorantes. Quantas vezes criticamos, entristecemos, destruímos sonhos, somos duros com palavras, enfim, será que temos moral para julgar? Para dar palpites? Um exemplo é o caso de mulheres que apanham do marido, é comum pensarmos que ela não devia admitir isso, mas, não paramos para pensar no que leva ela a não tomar uma atitude. Quantas coisas nos incomodam e nós não temos iniciativa de resolver? Não julgar é nem pensar no porque das coisas, é aceitar as pessoas como elas são. O certo e errado é muito relativo. Grandes referências como Gandhi, Chico Xavier, Madre Teresa, São Francisco, não perguntam nada, não entram no mérito das atitudes das pessoas, somente dão o seu melhor para ajudar. O importante é cada um olhar para si e tentar resolver seus próprios problemas. Mesmo que pensamentos ruins nos surjam, temos que procurar afastá­los. Uma maneira interessante é pensar na figura de Jesus, isso ira ajudar a mudarmos nosso pensamento. A gente sempre acha que nosso ponto de vista é o melhor, esquecendo de que não temos tanta moral assim e também não gostamos de sermos julgados pelos outros.

Grupo Fraterno André Luiz – GFAL

Barueri, 08 de abril de 2015.

Neste dia a leitura do Evangelho contemplou o trecho “Fora da igreja não há salvação, fora da verdade não há salvação.”, um dogma que divide a humanidade e é contrário aos ensinamentos do Cristo. A máxima “Fora da caridade não há salvação.” ilustra que todos os homens são irmãos, iguais, e oram uns pelos outros. Comentários sobre o Evangelho: Vamos refletir no porque das pessoas irem a uma determinada igreja e seguir seus ensinamentos. Normalmente as pessoas fazem isso porque a família já fazia, foram criadas numa religião e acabam seguindo­a. Algumas seguem por fé, outras por obrigação. Há muito tempo atrás era exigido que as pessoas tivessem uma religião, era uma cobrança da sociedade. Existem muitas religiões diferentes no mundo porque existem pessoas diferentes. Nenhum ser é igual a outro. Assim, as muitas igrejas, religiões, servem para atender as ansiedades de cada pessoa, de acordo com o que cada um gosta. Também existem aqueles que não querem seguir nenhuma delas. A opção é sempre nossa.Também existe muita rivalidade entre as igrejas. Uma quer ter mais seguidores do que a outra desde a época de Jesus. Lembremos das Cruzadas onde uma religião lutava contra outra e seus seguidores se matavam. Imaginem como Jesus se sentia vendo sua bandeira sendo levantada para agressões e mortes. Isso mostra como a humanidade distorce os ensinamentos. Jesus não matou nem um mosquito e sempre ajudou a todos, independente de seu comportamento ou religião. As pessoas criaram religiões, fazendo alianças e matando. Assim como judeus perseguiram, torturavam e sacrificavam as pessoas que seguiam os ensinamentos de Jesus. Nada disso acabou com seus ensinamentos. Cada pessoa se identifica com uma igreja ou outra. Depende das atitudes, comportamentos e do que a igreja ou religião prega. Normalmente, busca­se uma religião que seja cômoda, que tolere os defeitos e imperfeições. É mais fácil não precisar se melhorar. Muitas famílias tem problemas de relacionamento porque cada um quer seguir um ensinamento. Isso começa desde a hora em que as pessoas casam. Muitos deixam se seguir os seus caminhos e abrem mão da sua religião pelo pseudo­amor à outra pessoa. Será Deus mais ou menos importante do que o amor que sinto pela pessoa que vou casar? Então, muitas coisas acontecem na vida, e em muitos momentos pedimos ajuda para Deus. O mesmo Deus que foi renegado no momento em que decidimos não seguir seus ensinamentos, porque nosso parceiro não aprova. Vamos pensar sobre as religiões e lembrar que todas tem um líder supremo, tem um Deus, independente do nome que se dê. Esse Deus é um só. Os ensinamentos bons são todos exatamente os mesmos: amar o próximo, amar a Deus, ser temente a Deus, não matar e praticamos uma serie de coisas erradas que a gente insiste em fazer. Nós é que procuramos escolher uma ou outra e ficamos criticando algumas. Vamos respeitar as opções das pessoas. Cada uma esta no local que se sente melhor, que desperta nela, mais forte, a fé e o entendimento. Algumas religiões ainda são conservadoras e não aceitam a reencarnação e a vida após a morte por mero orgulho, para não dar o braço a torcer. Um dia irão, oficialmente, reconhecer isso. Não externam estes fatores nas conversas e nas pregações, mas com certeza pesquisam e no fundo sabem como tudo funciona. Existe o conflito de admitir isso e o receio de os fies irem embora. Muitas igrejas ainda se preocupam com o lado financeiro e temem que os fieis deixem de frequentá­la, de quebrarem alguns paradigmas. Com o tempo e com a evolução das pessoas isso vai passar. Igreja nenhuma vai falir porque as pessoas vão doar com o coração, com boa vontade, com amor. Vemos igrejas que recolhem donativos com saquinhos, cestinhas ou envelopes. É decepcionante ver doações de 1, 2, 5, 10 reais de pessoas que saindo dali gastavam 200 em almoços, compras, festas…. Isso mostra que as pessoas ainda estão presas nos seus pensamentos. Doam dinheiro para trabalhos de Deus contra vontade, economizando, esquecendo que foi Ele quem abriu caminhos para a gente crescer, ter nosso ganha pão, nossos confortos. Ele permitiu e criou situações para nos beneficiar mas, na hora de ajudar os mais necessitados, a gente prioriza a pizza da sexta feira, o churrasco do sábado, como se um pouco fosse nos fazer muita falta. Vamos repensar nossas atitudes, nosso modo de ser. Tudo que temos é Deus quem nos dá ou permite que consigamos. Nós não somos nada sem Ele. Se Ele quiser nos tira tudo amanhã, ou, nos leva embora. E após a partida, de que adiantou juntar tantas coisas? Os parentes que ficam discutem divisão de heranças… Normalmente onde tem muito dinheiro, tem briga, advogados e problemas. E o irmão que se foi, sente as energias ruins e sofre porque aqueles que ele achou que os amava, vivem em função dos bens materiais deixados. Vamos pensar em nossas ações e ajudar as campanhas promovidas pela religião que escolhemos, incentivando a caridade. Jesus pediu que façamos o bem e para auxiliarmos todas as pessoas que pudermos. Na hora em que estivermos ajudando, somos a mão de Deus dando apoio para aquela pessoa. Não vamos ter preconceitos com nenhuma religião, o importante é que o seguidor esteja fazendo o bem, sem prejudicar ninguém. Muitas igrejas evangélicas evitam que jovens entrem em vícios devido a encontros em finais de semana que eles pressionam para acontecer. Nas religiões que mantem as pessoas unidas, os casos de drogas são bem menores. Isso faz uma diferença grande no mundo, para irmãos que vieram com tendências, e ajudam a se privar da oportunidade ou situação de cair em tentação. Precisamos ver em cada religião só as coisas boas. Coisas ruins existem em todas, mas, estas são dos homens (ganancia, egoísmo, orgulho, etc.). Somente as coisas boas são de Deus. Vamos respeitar as religiões e ideais e nos preocupar com nós mesmos, com o que vamos sentir ao chegar do outro lado. Será que vamos ter a sensação de ter feito tudo que podíamos, de ter ajudado quem precisa, de ter buscado ser mais carinhoso com os familiares? Encontros ecumênicos geram muitas energias boas, sem concorrência, líderes de várias religiões passam muitas coisas boas para o público. Se eles fazem destes momentos oportunidades especiais, nos também temos que não perseguir, não criticar. Vamos reconhecer que todas estão fazendo com que as pessoas estejam mais perto de Deus. Daqui há muitos séculos, talvez nosso planeta tenha só uma religião. Por enquanto nós precisamos de um monte de religiões, para a gente aprender, crescer e se melhorar, e se encaixar naquele que sentimos mais afinidade.. Caridade, o bem ao próximo, é o que temos que priorizar e, principalmente, junto a um grande desafio: levar sempre a verdade. Tentar ajudar as pessoas na sua transformação sem ficar encobrindo atitudes erradas. Nós seremos cobrados do outro lado por sermos coniventes, de ver pessoas fazendo coisas erradas e não tentarmos mudar as coisas. Jesus não tinha papas na língua; Ele falou sempre a verdade. Vejam os diálogos, Ele nunca se humilhou e nunca deixou que uma inverdade fosse acobertada. Vamos fazer a verdade crescer no planeta, deixando de sermos coniventes. Isso é caridade… Uma das mais difíceis. A mais fácil é dar dinheiro aos pobres. A caridade essencial, que tem mais méritos, e mais pontos vai somar pra gente é a mais dificil. A caridade esta em todas as religiões, estava presente quando Jesus falava e agia: amar ao próximo como a vós mesmos. Vamos abolir preconceitos, perseguições e analise de religiões. São todas de Deus e fazem bem. É uma pena que nem todos sigam uma religião. Se metade da população seguisse uma, o planeta se tornaria muito melhor. Vamos incentivar às pessoas que frequentem. Nenhuma faz mal

Grupo Fraterno André Luiz – GFAL

Barueri, 01 de abril de 2015.

Jesus na sua jornada na Terra, que inclusive foi curta, já que ele propagou a sua doutrina por cerca de 2 anos (deixou muito em pouco tempo), usou muito as historias para sensibilizar as pessoas e passar recados, é o que chamamos de parábolas. Ele sabia que muito pouco seria entendido naquela época, mas, que essas historias seriam repetidas ao longo do tempo e melhor compreendidas. Para facilitar ainda mais nosso entendimento, no século XVIII o Espiritismo começou a ser desenvolvido, codificado, exemplificado, então, ele trouxe o que faltava para nos ajudar a entender muitas coisas que Jesus ensinou… Ele nos trouxe claramente a certeza da imortalidade, mostrando que nós não vivemos apenas uma vida, que vamos viver muitas vidas assim como já vivemos. Deus é perfeito e nós somos irmãos em evolução, todos temos imperfeiçoes e estamos evoluindo. Com o Espiritismo aprendemos que: aqui se faz, aqui se paga. Podemos enganar as Leis dos homens, mas, certamente teremos que acertar as contas de tudo que fizermos de errado. Vivemos nessa existência para nos aproximarmos mais do sentimento do amor que Deus esta ajudando a brotar dentro de nós e também tendo oportunidade de pagarmos algumas contas que fizemos em outras vidas. A dor é a melhor coisa que pode nos acontecer, cada vez que sofremos estamos pagando uma conta. No entanto, cada vez que nos revoltarmos ou não aceitarmos uma dor, vamos manter essa conta pendente e talvez no futuro nos seja cobrado com “juros”. Ao passo que se nós compreendermos a lição que aquela dor veio trazer, nunca mais vamos passar por ela. É como tomar um remédio sabendo que daqui um tempo o efeito vai curar a dificuldade que temos no organismo. O problema é que ainda temos pouca fé. No nosso dia a dia não colocamos em pratica nosso conhecimento. Diante de um momento difícil entramos em desespero e ficamos sem saber o que fazer, por isso tomamos atitudes erradas ou nos precipitamos e, na maioria das vezes, acabamos sofrendo mais do que era para sofrer. Por que isso acontece? Porque nós temos o pensamento…e a liberdade de pensar do jeito que queremos. Se pensarmos positivo iremos atrair coisas boas e da mesma forma, se pensarmos negativo atrairemos coisas ruins. Quando surge uma dificuldade nós só pensamos no lado negativo, imaginamos que pode ser pior, ter consequências graves. Quando isso acontece atraímos mais energias negativas, trazendo para junto de nós irmãos do plano espiritual que sentem a mesma angustia e que nos acompanham para se lamentar conosco e isso torna a dor pior. Em contrapartida, se usarmos o pensamento positivo, aceitando a dor, dispostos a encará­la e superá­la, na certeza de que vamos suportar, como tantas vezes já fizemos, estaremos fortalecidos e poderemos até acelerar o processo. Na pior das hipóteses, se uma dor não tiver solução, ela vai acabar nessa vida, nas próximas vidas estaremos livres dela. O pensamento positivo é relatado até por médicos como um diferencial no processo de cura. Ele faz com que nosso organismo desenvolva anticorpos para combater o problema e também atrai Espíritos que auxiliam na cura e irão ajudar. Nós atraímos o que decidirmos atrair. Muitas coisas dependem de nós, algumas nós temos que passar de acordo com a programação da nossa existência para nosso aprendizado. No mínimo vamos aprender que aquilo que nos machuca, não devemos fazer à ninguém. Deus não permite que nenhum de nós seja prejudicado, se não for por um motivo justo e para um aprendizado. Assim como também não nos impõe uma condição que não possamos superar. Ele conhece nosso limite melhor do que nós, nossa mente, nossa trajetória de milhares e milhares de anos. Tendo essa certeza, passamos a confiar mais e não valorizar a dor. Quando estamos felizes, nem sempre curtimos o momento com a mesma intensidade de quando sentimos uma dor e damos imenso valor à ela. Parece que gostamos de sofrer. Vamos tentar mudar isso. Jesus veio para nos ajudar em nossa transformação, trazendo a esperança e mostrando o caminho a ser seguido para sermos felizes. Jesus disse: “Amar ao próximo como a ti mesmo e a Deus sobre todas as coisas.”. O grande problema é que nós não nos amamos. Se nos amássemos da maneira ideal, a cada momento de dor, agradeceríamos pela oportunidade de acertar uma conta ou se melhorar, na certeza de que nunca mais precisaremos passar por aquela fase novamente. Como amar ao próximo, seguindo ao ensinamento de Jesus, se não nos amamos? Nos preocupamos com o nosso egoísmo, em estar na moda, em ter o melhor carro, a melhor casa, para ser mais ou melhor que os outros. E com estes objetivos equivocados, muitas vezes trabalhamos mais horas no dia e deixamos a família em segundo plano para ter mais dinheiro. Isso é se amar? Provavelmente numa certa idade, vamos gastar tudo que juntamos em médicos, remédios, clinicas… E a maior perda é o amor dos entes queridos, a companhia destas pessoas, um monte de coisas que seriam eternas em troca de bens materiais. Não levamos nossos bens para um caixão. Precisamos repensar no que vale a pena, sobre o que é de fato importante. Muitos de nós estamos neste planeta há muito mais tempo do que imaginamos. Cientistas já encontraram ossadas humanas com idade de 3,7 Milhões de anos. Somos espíritos relativamente velhos em relação ao parâmetro de tempo que temos nessa existência. Já passamos por muitas situações, dificuldades, vivemos em certas épocas em que éramos obrigados a lutar, matar, pelo instinto de preservação. Também já fomos animais antes de sermos homens. Ainda temos instintos dessa época e precisamos vencê­los, usando o pensamento, a inteligência, o amor. Precisamos procurar como sermos mais felizes, sendo mais fraternos, dando mais atenção a família, aos amigos, tratando melhor o colega de trabalho, o vizinho… A necessidade de estarmos mais bonitos pode ser porque lá no fundo nós todos ainda temos um grande complexo de inferioridade. Mulheres lindas, de beleza natural, que exageram nas vestes, maquiagem e se tornam até feias. Quem garante que as pessoas com bela aparência, com carro zero, aplicações, dinheiro na conta, são mais felizes que outras? Todos tem seus traumas, suas dores e dificuldades. Dentro destas classes mais altas se proliferam muitos vícios. As separações das famílias também são comuns, às vezes pais, filhos, tios se encontram no domingo para almoçar, por obrigação, e no dia a dia nem se importam uns com os outros. Se preocupam com os prazeres do dinheiro e um dia sentirão o quanto perderam tempo, perderam oportunidades e o quanto nós não somos “nada” no universo. São tantos e tantos planetas. Cientistas limitados à tecnologia que temos atualmente, já concluíram que existem tantas estrelas, sóis e luas quanto os grãos de areia do planeta Terra. Somos muito pequenos e quanto mais aprendemos, mais temos consciência disso. Somos filhos de Deus com a missão de trilhar um caminho e não sabemos onde vamos chegar… Mas temos a informação de que um dos nossos irmãos já percorreu esse caminho e hoje cuida deste planeta e de mais alguns, que é Jesus. Quem sabe daqui uns milhões de anos estaremos numa reunião discutindo sobre os planetas que cada um de nós é responsável. Disse Jesus que tendo fé, poderíamos fazer tudo que Ele fazia e muito mais. Apesar de muito pequenos, somos seres de capacidade imensa,. Deus quer a gente vivo aqui então, somos especiais, somos filhos de Deus, irmãos de Jesus. As dores cada vez vão machucar menos se usarmos a força do pensamento, a força de vontade, para fazermos exercícios mentais de reflexão e vencer as dificuldades, as decepções. Existem milhões de irmãos nossos tentando se encontrar porque não tiveram oportunidade de aprender sobre as consequências de nossos atos. Não aprenderam que os bens materiais não são importantes e muitos ficam presos à Terra ligados as suas riquezas. Que a gente volte para o outro plano com mais entendimento.

Grupo Fraterno André Luiz – GFAL

Estudo do Evangelho

Barueri, 18 de março de 2015.

A leitura do Evangelho foi de um trecho onde Kardec tenta contar um pouco e justificar o espiritismo, como foi sua evolução e como começou a doutrina espírita no mundo.Diferente de outras religiões ou seitas, o espiritismo não foi criado por uma pessoa; ele é o resultado de um monte de espíritos se manifestando em lugares diferentes do planeta. As outras religiões ou seitas seguem um líder que definiu os ensinamentos, por exemplo: os judeus seguem Moises, outros seguem Buda, outros Confúncio, etc. Estas outras crenças tiveram inicio antes do surgimento de Jesus. O espiritismo começou com manifestações em locais diferentes, através de uma brincadeira que faziam em salões em Paris, em volta de uma mesa que se movimentava e fazia barulhos. Estes locais eram um ponto de encontro de pessoas que queriam ver a mesa se mexer mas não sabiam o porque do fenômeno. Kardec tinha uma formação importante, era um professor na França e foi convidado para assistir uma dessas sessões. Ele observou, voltou varias vezes e como um cientista pesquisador avaliou se havia alguma fraude porém, concluiu que havia algo diferente ali. Foi estudar e participou de outros grupos de mesas que se movimentavam, depois estes grupos começaram a fazer perguntas e a mesa responda sim ou não, de acordo com um numero de batidas, em seguida, colocaram um alfabeto e a mesa dava respostas indicando letra por letra. Isso não acontecia só aonde Kardec ia, mas em toda a Europa. A doutrina foi criada através de perguntas feitas aos espíritos de vários locais e com isso foi possível formular os ensinamentos. O critério de Kardec era fazer uma pergunta e receber resposta de 30 ou mais lugares diferentes, se as informações fossem coesas eram consideradas, mas, se cada espirito respondia de uma forma diferente, ele descartava a informação.

Nós encarnados precisamos aprender a nos amar para que fique mais fácil de amar o próximo. Todos estamos neste planeta para aprender, se já soubéssemos tudo não estaríamos aqui, mas sim em planetas mais evoluídos onde há mais fraternidade. Se estamos ainda na Terra é porque temos que nos mudar, mudar o modo da gente querer as coisas. Ainda temos o hábito de pedir para Deus fazer as coisas. Porque? Por sermos egoístas não queremos enfrentar o problema e tomar atitudes, queremos que Deus nos ajude diretamente. Mas Ele ajuda fazendo com que a gente encare de frente as dificuldades e nos concede meios de superar os obstáculos. Cada um precisa progredir por si, Deus sempre irá ajudar direcionando soluções para resolvermos com nosso próprio esforço. Tudo que a gente resolve transforma algo em nossa vida e nunca mais vamos esquecer, nestes momentos a gente cresce. Se Deus simplesmente resolvesse a gente ia errar de novo e chamar a Deus numa mesma situação, ao passo que pelo nosso esforço começamos a pensar duas vezes e a mudar nosso jeito de agir. Deus quer dar tudo pra gente mas temos que saber captar as mensagens, saber o que é bom para nós e o que não. Sempre que fazemos coisas que não são as mais corretas a nossa consciência nos cobra, em nosso íntimo sabemos que não é certo. Nosso anjo da guarda fala por nossa consciência, precisamos aprender a ouvir mais, assimilar, escutar nossa voz interior, a voz dos emissários de Deus que estão conosco. Imagine a paciência do nosso anjo em ver tudo de errado que fazemos, ele precisa de uma evolução e tanta para ter paciência e perseverança. Um dia estes anjos foram ajudados, um dia nos seremos os ajudantes. E depois de evoluir mais e mais existe a possibilidade de Deus fazer conosco o que fez com Jesus que é responsável por um planeta e por um monte de espíritos, desde o começo de tudo ate o fim das atividades. Um dia Jesus errou como nos, mas foi se corrigindo, mudando, aprendendo e chegou aonde chegou. Nós somos irmãos dele, assim como Jesus filhos de Deus. Ele sempre disse que com fé todos poderiam fazer o que ele fazia e até mais. Com isso Ele quis mostrar que todos somos iguais; que lá dentro nós temos a mesma força… O que não estamos conseguindo é administrar essa energia, esse amor, e colocar no nosso dia a dia.

Grupo Fraterno André Luiz – GFAL

Estudo do Evangelho Barueri, 18 de março de 2015.

A leitura do Evangelho foi de um trecho onde Kardec tenta contar um pouco e justificar o espiritismo, como foi sua evolução e como começou a doutrina espírita no mundo.Diferente de outras religiões ou seitas, o espiritismo não foi criado por uma pessoa; ele é o resultado de um monte de espíritos se manifestando em lugares diferentes do planeta. As outras religiões ou seitas seguem um líder que definiu os ensinamentos, por exemplo: os judeus seguem Moises, outros seguem Buda, outros Confúncio, etc. Estas outras crenças tiveram inicio antes do surgimento de Jesus. O espiritismo começou com manifestações em locais diferentes, através de uma brincadeira que faziam em salões em Paris, em volta de uma mesa que se movimentava e fazia barulhos. Estes locais eram um ponto de encontro de pessoas que queriam ver a mesa se mexer mas não sabiam o porque do fenômeno. Kardec tinha uma formação importante, era um professor na França e foi convidado para assistir uma dessas sessões. Ele observou, voltou varias vezes e como um cientista pesquisador avaliou se havia alguma fraude porém, concluiu que havia algo diferente ali. Foi estudar e participou de outros grupos de mesas que se movimentavam, depois estes grupos começaram a fazer perguntas e a mesa responda sim ou não, de acordo com um numero de batidas, em seguida, colocaram um alfabeto e a mesa dava respostas indicando letra por letra. Isso não acontecia só aonde Kardec ia, mas em toda a Europa. A doutrina foi criada através de perguntas feitas aos espíritos de vários locais e com isso foi possível formular os ensinamentos. O critério de Kardec era fazer uma pergunta e receber resposta de 30 ou mais lugares diferentes, se as informações fossem coesas eram consideradas, mas, se cada espirito respondia de uma forma diferente, ele descartava a informação. Nós encarnados precisamos aprender a nos amar para que fique mais fácil de amar o próximo. Todos estamos neste planeta para aprender, se já soubéssemos tudo não estaríamos aqui, mas sim em planetas mais evoluídos onde há mais fraternidade. Se estamos ainda na Terra é porque temos que nos mudar, mudar o modo da gente querer as coisas. Ainda temos o hábito de pedir para Deus fazer as coisas. Porque? Por sermos egoístas não queremos enfrentar o problema e tomar atitudes, queremos que Deus nos ajude diretamente. Mas Ele ajuda fazendo com que a gente encare de frente as dificuldades e nos concede meios de superar os obstáculos. Cada um precisa progredir por si, Deus sempre irá ajudar direcionando soluções para resolvermos com nosso próprio esforço. Tudo que a gente resolve transforma algo em nossa vida e nunca mais vamos esquecer, nestes momentos a gente cresce. Se Deus simplesmente resolvesse a gente ia errar de novo e chamar a Deus numa mesma situação, ao passo que pelo nosso esforço começamos a pensar duas vezes e a mudar nosso jeito de agir. Deus quer dar tudo pra gente mas temos que saber captar as mensagens, saber o que é bom para nós e o que não. Sempre que fazemos coisas que não são as mais corretas a nossa consciência nos cobra, em nosso íntimo sabemos que não é certo. Nosso anjo da guarda fala por nossa consciência, precisamos aprender a ouvir mais, assimilar, escutar nossa voz interior, a voz dos emissários de Deus que estão conosco. Imagine a paciência do nosso anjo em ver tudo de errado que fazemos, ele precisa de uma evolução e tanta para ter paciência e perseverança. Um dia estes anjos foram ajudados, um dia nos seremos os ajudantes. E depois de evoluir mais e mais existe a possibilidade de Deus fazer conosco o que fez com Jesus que é responsável por um planeta e por um monte de espíritos, desde o começo de tudo ate o fim das atividades. Um dia Jesus errou como nos, mas foi se corrigindo, mudando, aprendendo e chegou aonde chegou. Nós somos irmãos dele, assim como Jesus filhos de Deus. Ele sempre disse que com fé todos poderiam fazer o que ele fazia e até mais. Com isso Ele quis mostrar que todos somos iguais; que lá dentro nós temos a mesma força… O que não estamos conseguindo é administrar essa energia, esse amor, e colocar no nosso dia a dia. Grupo Fraterno André Luiz – GFAL O espiritismo veio por todos os lugares ao mesmo tempo e será sempre assim. Toda a religião tem membros negativos, mas o que importante é a massa. Aos poucos todos vão se preocupar em trabalhar para o bem. Por que o mal existe? Por que um Deus que é tão bom, tão justo, permite o mal? Se o mal não fosse permitido as pessoas não saberiam valorizar o bem. O “mal” certas horas é o grande bem da nossa vida, uma oportunidade de revermos um monte de conceitos e de se transformar. E, um dia, no futuro, a gente agradece por aquilo ter acontecido porque se não tivesse sido daquela forma, a pessoa não seria como é. Vamos aprender, somos irmãos de Jesus, temos a mesma força, vamos pedir ajuda para todos irmãos, para Deus, para que ele nos intua a resolver, porque queremos ser felizes. Se você decidir que quer ser feliz, sem prejudicar a ninguém, em pouco tempo isso se concretiza, é só querer, se dedicar as coisa positivas e não se apegar as coisas negativas, pedindo que Deus coloque pessoas para ajudar em nosso caminho.